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terça-feira, 26 de julho de 2011

Conflito na Agerba expõe rixa entre diretores e funcionários

A matéria do JORNAL DA MÍDIA sobre a crise interna na Agerba, com diretores em conflito constante e com os concursados da autarquia sendo apontados como comandantes de uma "central de fofocas e de
denúncias" teve grande repercussão, com reprodução em vários sites e blogs e com a manifestação de dezenas de leitores no link de comentários.
Há pelo menos três semanas o JM antecipou que o diretor de Pequisas e Tarifas, Cássio Moretti, tinha caído em desgraça quando reagiu e votou contra à mirabolante e polêmica contratação da Fipecafi para prestar consultoria à Agerba no caso TWB.
Desde então, Moretti passou a ser fritado em banha de porco.
Ontem, informações seguríssimas chegadas ao JM  indicavam que Moretti, que pediu 15 dias de licença para tratamento de saúde, já estaria frito.
Aliás, frito ele já está: Moretti encontra-se completamente esturricado pela fritura imposta por seus colegas na Diretoria da Agerba - Eduardo Pessoa (Executivo) e Rondon Brandão (Qualidade e Serviços). Ontem o assunto Moretti teria sido inclusivo levado ao secretário Otto Alencar.
E mais: não se surpreendam se toda a diretoria de Cássio Moretti despencar de vez. Informações indicam que os outros dois diretores da DPE também serão demitidos - se não for agora devido ao momento confuso, seriam desligados em breve. São eles Sérgio Bandeira e Anamélia Dantas.
Vale lembrar: o JM nunca errou uma no caso da Agerba. Desde o início do goveno Wagner alertávamos para a possibilidade de a agência perder o conceito que tinha no mercado de regulação do país. E tudo aconteceu: a Agerba perdeu o convênio com a Aneel, foi envolvida em escândalos de propinagem, começou a apoiar o transporte clandestino, deixou que a TWB sucateasse os navios do Estado, teve diretores e funcionários envolvidos (será que ainda não tem?) com a concessionária do ferryboat, só para citar alguns casos.
A Agerba tem que ser repensada. Mas não com interesses meramente políticos. O secretário Otto Alencar, com todo respeito, não pode ficar interfeindo nas decisões da agência de regulação, que é uma instituição maior, que deve se concentrar apenas na tarefa de defender os interesses do Estado e do cidadão.
Não temos aqui nada, absolutamente nada, contra os diretores Eduardo Pessoa e Rondon Brandão. Mas parecem completamente perdidos. No caso do marechal, por exemplo, ninguém consegue compreender como ele está no mesmo cargo, hoje, que ocupava nos governos de César Borges e Paulo Souto.
Será que o Sr. Rondon entende tanto assim de transporte? Por que não se colocou no cargo um técnico da própria Agerba? E o que é mais importante: é público na agência que o diretor de Qualidade não goza de um bom conceito entre os servidores da casa por motivos diversos. Sendo assim, vai ficar difícil -- diríamos, impossível -- se soerguer a Agerba. Quando o comandante perde o controle da tropa não há como se vencer a batalha.

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