O Shopping Center Norte está com as portas fechadas, na manhã desta quarta-feira. Ontem, a 7ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo derrubou a liminar que liberou a abertura do estabelecimento, em São Paulo.
Durante a manhã, havia apenas seguranças no shopping, que foram orientados a impedir a entrada de funcionários e lojistas. Algumas pessoas permaneceram do lado de fora do estabelecimento.
O estabelecimento deveria ser fechado por risco de explosão. Na segunda-feira, a prefeitura divulgou que a a PGM (Procuradoria Geral do Município) havia entrado com uma petição para reverter a decisão.
Portal da Band conversa com lojistas e consumidores
Segundo o órgão, o não funcionamento é a única forma de garantir a segurança dos trabalhadores do local. "A Prefeitura de São Paulo acredita na importância das medidas a serem adotadas pelo estabelecimento comercial para preservar a segurança dos consumidores, lojistas e trabalhadores", dizia a nota.
Entenda o caso
O Shopping Center Norte, um dos mais movimentados centros de compras de São Paulo, foi construído há 27 anos em uma área que era um lixão a céu aberto. No local do terreno o material foi aterrado e, em cima, o estabelecimento foi construído.
Para seu funcionamento, o shopping instalou diversos dutos para a saída do gás metano – liberado pelo lixo – do solo e para que riscos de explosão fossem descartados. No entanto, de acordo com novos testes da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), o local não anda seguindo as normas de segurança e há possibilidades de que áreas do estabelecimento realmente explodam.
Acordo
Para evitar a interdição do local e agilizar as obras recomendadas, o Center Norte assinou, na última semana, um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta). A Cetesb assinou o documento como testemunha.
O TAC exige que a administração do centro de compras complete a instalação de um sistema emergencial de drenagem de gás e inicie a operação em, no máximo 20 dias.
Ao todo, são nove requisitos exigidos pelo MP e, caso haja desobediência, o complexo poderá ser multado em até R$ 900 mil.
Durante a manhã, havia apenas seguranças no shopping, que foram orientados a impedir a entrada de funcionários e lojistas. Algumas pessoas permaneceram do lado de fora do estabelecimento.
O estabelecimento deveria ser fechado por risco de explosão. Na segunda-feira, a prefeitura divulgou que a a PGM (Procuradoria Geral do Município) havia entrado com uma petição para reverter a decisão.
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Segundo o órgão, o não funcionamento é a única forma de garantir a segurança dos trabalhadores do local. "A Prefeitura de São Paulo acredita na importância das medidas a serem adotadas pelo estabelecimento comercial para preservar a segurança dos consumidores, lojistas e trabalhadores", dizia a nota.
Entenda o caso
O Shopping Center Norte, um dos mais movimentados centros de compras de São Paulo, foi construído há 27 anos em uma área que era um lixão a céu aberto. No local do terreno o material foi aterrado e, em cima, o estabelecimento foi construído.
Para seu funcionamento, o shopping instalou diversos dutos para a saída do gás metano – liberado pelo lixo – do solo e para que riscos de explosão fossem descartados. No entanto, de acordo com novos testes da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), o local não anda seguindo as normas de segurança e há possibilidades de que áreas do estabelecimento realmente explodam.
Acordo
Para evitar a interdição do local e agilizar as obras recomendadas, o Center Norte assinou, na última semana, um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta). A Cetesb assinou o documento como testemunha.
O TAC exige que a administração do centro de compras complete a instalação de um sistema emergencial de drenagem de gás e inicie a operação em, no máximo 20 dias.
Ao todo, são nove requisitos exigidos pelo MP e, caso haja desobediência, o complexo poderá ser multado em até R$ 900 mil.
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