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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Como interagir tecnologia e aprendizado?‏

Crianças brasileiras são as que entram mais cedo em redes sociais – com a idade média de nove anos. Este foi o resultado do estudo Internet Safety for kids & Families, realizada em sete países pela empresa Trend Micro. De acordo com esta pesquisa, a idade média mundial em que as crianças entram nas redes sócias é de 12 anos. Diante deste contexto, em que o mundo virtual torna-se cada vez mais real, é grande a preocupação dos educadores sobre como integrar adequadamente tecnologia e educação para que os professores possam ensinar em um novo cenário, transmitindo conhecimentos adaptados à nova realidade. Para falar sobre o assunto, sugerimos a coordenadora da Cultura Inglesa Jackie Saback, para discutir a reformulação do aprendizado e ensino na era de inovação tecnológica. Ela pode falar também sobre o dilema dos educadores: como incorporar a tecnologia, sem perder de vista aspectos de humanização em sala de aula? Ela pode também falar sobre as exigências do mercado de ensino inglês e da qualificação dos profissionais para atender satisfatoriamente as demandas da “nova era”. Outro ponto de abordagem que pode ser utilizado é como utilizar as ferramentas tecnológicas (Youtube, sites, filmes, blogs, etc.) para auxiliar o ensino da língua inglesa dentro e fora de sala de aula. Quais as exigências do mercado da língua inglesa para os profissionais desta área? Como conciliar tecnologia e afetividade no ensino?

Encontro de profissionais da língua inglesa defende uso de ferramentas modernas e mais qualificação do setor

Foi-se o tempo em que professores de inglês podiam encarar a profissão como um "bico" e o mercado exigia apenas fluência na língua para ingressar na carreira. Cada vez mais é necessário estar por dentro das novas metodologias e abordagens e utilizar a tecnologia como aliada, sem deixar de lado o aspecto humano do ensino. Este foi o mote da VI Conferência da Associação das Culturas Inglesas do Norte-Nordeste (ACINNE), que reuniu profissionais de língua inglesa do Norte-Nordeste do país em Salvador.

"A profissionalização do setor é uma tendência. O mercado está mais exigente e precisa de professores qualificados e comprometidos", afirma Jackie Saback, coordenadora acadêmica da Cultura Inglesa Salvador. Na sessão de abertura, Ben Goldstein, escritor e educador inglês destacou a responsabilidade social do professor de idiomas."Dar aulas não é só um emprego. Devemos ter consciência do impacto do inglês como língua global e de que a linguagem pode ser um veículo para resolver conflitos", disse.

INGLÊS GLOBAL

Uma das principais tendências no ensino de inglês é o uso de tecnologia, como sites, filmes, vídeos do YouTube, blogs e podcasts (arquivos de áudio on-line).
"O professor tem de conhecer as ferramentas e orientar os alunos a utilizá-las fora da sala de aula também, para o aprendizado na rapidez que o mercado exige hoje", diz Ben Goldstein, autor da série de livros Framework.
"Quem lutar contra a tecnologia sairá perdendo. É importante aprender a lidar e trabalhar com ela", completa. Com a internet, ganha destaque a ideia de um "inglês global", com mais variedade linguística do que a tradicional divisão entre o inglês britânico e o norte-americano.

Para Goldstein, respeitar as características culturais dos falantes não nativos é um dos temas em pauta atualmente. "Na China, há mais alunos aprendendo inglês do que nativos dessa língua, e isso tem impacto no ensino. Não é preciso ter a preocupação de soar como um nativo, mas de ser compreendido globalmente", declara o educador.


EXIGÊNCIAS ATUAIS PARA PROFESSORES

- Qualificar-se em cursos de graduação (letras, pedagogia ou educação), pós-graduação ou mestrado;

- Buscar certificação internacional (como Celta e Icelt, na área de metodologia, e CAE ou CPE, na de proficiência);

- Estar antenado com a tecnologia como ferramenta de ensino (vídeos on-line, podcasts e sites, por exemplo);

- Conhecer diversas metodologias e abordagens, como a comunicativa e a lexical;

- Conhecer e aplicar conceitos de ensino afetivo e neurolinguística;

- Buscar aperfeiçoamento constante;

- Entender a responsabilidade social do professor;


Ensino afetivo visa criar ambiente mais agradável e encorajador
Ao mesmo tempo em que a tecnologia deve estar presente nas aulas para atrair a atenção das novas gerações, o lado humanístico do ensino tem papel fundamental. "Uma aula não é melhor por causa da tecnologia, mas sim com um professor motivado, preocupado com o aprendizado do aluno", salienta Ben Goldstein.

Essa corrente de ensino visa incitar a criação de um ambiente agradável e encorajador para o aluno e aplica conceitos de neurolinguística.
Jackie Saback vê o ensino afetivo como ponto central para o aprendizado: "O que faz a diferença é o fato de o professor tornar o ensino relevante para o aluno e ajudá-lo a se desenvolver. Às vezes focamos tanto a metodologia que nos esquecemos de olhar para pessoas, de ver do que precisam", defende a especialista. "Não há como abrir um canal para que o aprendizado ocorra sem o afetivo", reforça Ben Goldstein.

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