Movimentado, organizado, demandado, grande. As primeiras impressões a respeito do Hospital Geral Roberto Santos vão sendo reveladas pelos jovens inseridos no programa Mais Futuro, do Governo do Estado da Bahia. Hoje (23), uma centena desses jovens, a maioria entre os 18 e os 22 anos, foi acolhida no HGRS, onde atuarão pelos próximos dois anos. Eles receberam boas-vindas, informações e orientações dos diretores e coordenadores, percorrendo depois os diversos setores do Hospital, conhecendo ambientes administrativos e de assistência.
“Espero aprender muito e atender à necessidade do Hospital”, disse Nayara Araújo, comentando a expectativa de trabalhar em uma instituição que, na opinião da amiga Yasmin Venâncio, “é mais ou menos tão grande como a demanda”. No mesmo grupo de jovens, somente Nayara e Géssica Patrícia já tinham vindo uma vez só ao Hospital Roberto Santos: Yasmin e a outra amiga, Érica Araújo, nunca tinham entrado no HGRS. Érica definiu o Hospital como “muito movimentado”. Para Géssica, o que chamou a atenção foi a organização.
Na conversa de boas-vindas com os jovens, a diretora do HGRS, Delvone Almeida, lembrou a experiência positiva que foi a vinda de outros 100 moças e rapazes do Mais Futuro para o Hospital, há mais de dois anos. “Eles foram fundamentais. Todos que passaram por aqui tiveram desempenho exemplar e conseguiram estabelecer uma relação muito próxima e de grande união, e o trabalho aqui desenvolvido foi importante no currículo deles. O HGRS é um Hospital que acolhe, e a Diretoria tem sempre uma porta aberta para uma orientação, uma conversa com os pacientes, estudantes e profissionais, e para vocês”, afirmou.
O diretor Administrativo, Lerley Ladeia, esboçou um breve perfil do HGRS, uma instituição com 780 leitos, 4,8 mil colaboradores diretos e indiretos, 2 mil processos de autorização de internação e 300 mil boletins ambulatoriais/ano, além de um orçamento mensal em torno de R$ 11 milhões. “Nosso trabalho é fruto de muita responsabilidade, compromisso e dedicação, e esperamos que vocês também se dediquem, se comprometam, busquem informações. Mas, sobretudo, lembrem que o mais importante no trabalho de vocês será voltar-se para o lado humanitário, dos pacientes”.
Lição de vida
O Hospital Geral Roberto Santos foi pioneiro entre os hospitais da rede pública estadual a receber jovens do então Projeto Mais Futuro, em meados de 2009, quando 100 jovens chegaram animados com a entrada no mercado de trabalho. Hoje, o Programa Estadual de Aprendizagem Mais Futuro, das Voluntárias Sociais e Secretaria da Administração, envia mais uma centena para o HGRS, além dos 30 jovens que vieram em 2010.
Na despedida da primeira turma, em junho do ano passado, os depoimentos dos jovens, alguns dos quais contratados e ainda em atividade no Hospital, refletem a importância do programa nas vidas deles. “Nada mais, nada menos que a maior experiência de minha vida”, disse Lucas de Jesus Pereira.
“Inacreditável e surreal” foram as palavras encontradas por Williams Carvalho Araújo Júnior, que, no início, sentiu o Hospital Roberto Santos como “um mundo assustador”. “Eu não queria vir, mas descobri que o Hospital era outra coisa. Foi um ponto de desenvolvimento para mim. Cresci pessoalmente, e a troca de conhecimento com os profissionais me levou a decidir o que eu realmente queria. O Roberto Santos foi inspiração, foi a melhor experiência possível”. Para Evelyn Santos, o HGRS lhe deu régua e compasso: “agora é o início do novo, e a gente vai andar no próprio caminho, com as próprias pernas”, afirmou.
“Espero aprender muito e atender à necessidade do Hospital”, disse Nayara Araújo, comentando a expectativa de trabalhar em uma instituição que, na opinião da amiga Yasmin Venâncio, “é mais ou menos tão grande como a demanda”. No mesmo grupo de jovens, somente Nayara e Géssica Patrícia já tinham vindo uma vez só ao Hospital Roberto Santos: Yasmin e a outra amiga, Érica Araújo, nunca tinham entrado no HGRS. Érica definiu o Hospital como “muito movimentado”. Para Géssica, o que chamou a atenção foi a organização.
Na conversa de boas-vindas com os jovens, a diretora do HGRS, Delvone Almeida, lembrou a experiência positiva que foi a vinda de outros 100 moças e rapazes do Mais Futuro para o Hospital, há mais de dois anos. “Eles foram fundamentais. Todos que passaram por aqui tiveram desempenho exemplar e conseguiram estabelecer uma relação muito próxima e de grande união, e o trabalho aqui desenvolvido foi importante no currículo deles. O HGRS é um Hospital que acolhe, e a Diretoria tem sempre uma porta aberta para uma orientação, uma conversa com os pacientes, estudantes e profissionais, e para vocês”, afirmou.
O diretor Administrativo, Lerley Ladeia, esboçou um breve perfil do HGRS, uma instituição com 780 leitos, 4,8 mil colaboradores diretos e indiretos, 2 mil processos de autorização de internação e 300 mil boletins ambulatoriais/ano, além de um orçamento mensal em torno de R$ 11 milhões. “Nosso trabalho é fruto de muita responsabilidade, compromisso e dedicação, e esperamos que vocês também se dediquem, se comprometam, busquem informações. Mas, sobretudo, lembrem que o mais importante no trabalho de vocês será voltar-se para o lado humanitário, dos pacientes”.
Lição de vida
O Hospital Geral Roberto Santos foi pioneiro entre os hospitais da rede pública estadual a receber jovens do então Projeto Mais Futuro, em meados de 2009, quando 100 jovens chegaram animados com a entrada no mercado de trabalho. Hoje, o Programa Estadual de Aprendizagem Mais Futuro, das Voluntárias Sociais e Secretaria da Administração, envia mais uma centena para o HGRS, além dos 30 jovens que vieram em 2010.
Na despedida da primeira turma, em junho do ano passado, os depoimentos dos jovens, alguns dos quais contratados e ainda em atividade no Hospital, refletem a importância do programa nas vidas deles. “Nada mais, nada menos que a maior experiência de minha vida”, disse Lucas de Jesus Pereira.
“Inacreditável e surreal” foram as palavras encontradas por Williams Carvalho Araújo Júnior, que, no início, sentiu o Hospital Roberto Santos como “um mundo assustador”. “Eu não queria vir, mas descobri que o Hospital era outra coisa. Foi um ponto de desenvolvimento para mim. Cresci pessoalmente, e a troca de conhecimento com os profissionais me levou a decidir o que eu realmente queria. O Roberto Santos foi inspiração, foi a melhor experiência possível”. Para Evelyn Santos, o HGRS lhe deu régua e compasso: “agora é o início do novo, e a gente vai andar no próprio caminho, com as próprias pernas”, afirmou.
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