Em reunião realizada ontem (27.03) à noite, as instituições de saúde que prestam serviço ao Sistema Único de Saúde (SUS) em Salvador/BA decidiram manter a paralisação dos serviços, em função do não pagamento dos meses já trabalhados de janeiro e fevereiro, cujo repasse ainda não foi efetivado pela Secretaria Municipal de Saúde.
Nas negociações realizadas na segunda-feira, a proposta da Secretaria foi de efetivar o pagamento da primeira parcela do repasse no dia 11.04, proposta que foi rejeitada pelos prestadores de serviços na assembleia realizada na sede do Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviço de Saúde do Estado da Bahia (Sindhosba) e da Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do Estado da Bahia (Ahseb). De acordo com os empresários, a falta de recursos nas instituições devido ao atraso do pagamento é tão grave que inviabiliza a abertura das clínicas antes do pagamento da primeira parcela da dívida.
A decisão será levada à Secretaria de Saúde hoje, às 11h, em reunião que será realizada no Ministério Público, em Nazaré. Atualmente. 193 clínicas e unidades de saúde do sistema complementar da rede privada prestam serviços ao SUS, em uma demanda superior a 20 mil atendimentos/dia. Com a paralisação, os tratamentos em curso - tais como acompanhamento de fraturas e lesões ortopédicas - fisioterapia, consultas e cirurgias oftalmológicas, atendimento ao acidente de trabalho, realização de exames de imagem (mamografia, ultrassonografia e radiografias) e demais tipos de atendimento, que não são ofertados em quantidade e qualidade suficiente pelo município, deixam de ser efetuados, ocasionando a desassistência maciça à população.
Nas negociações realizadas na segunda-feira, a proposta da Secretaria foi de efetivar o pagamento da primeira parcela do repasse no dia 11.04, proposta que foi rejeitada pelos prestadores de serviços na assembleia realizada na sede do Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviço de Saúde do Estado da Bahia (Sindhosba) e da Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do Estado da Bahia (Ahseb). De acordo com os empresários, a falta de recursos nas instituições devido ao atraso do pagamento é tão grave que inviabiliza a abertura das clínicas antes do pagamento da primeira parcela da dívida.
A decisão será levada à Secretaria de Saúde hoje, às 11h, em reunião que será realizada no Ministério Público, em Nazaré. Atualmente. 193 clínicas e unidades de saúde do sistema complementar da rede privada prestam serviços ao SUS, em uma demanda superior a 20 mil atendimentos/dia. Com a paralisação, os tratamentos em curso - tais como acompanhamento de fraturas e lesões ortopédicas - fisioterapia, consultas e cirurgias oftalmológicas, atendimento ao acidente de trabalho, realização de exames de imagem (mamografia, ultrassonografia e radiografias) e demais tipos de atendimento, que não são ofertados em quantidade e qualidade suficiente pelo município, deixam de ser efetuados, ocasionando a desassistência maciça à população.
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