Soraia Drummond apresenta a fusão do reggae e da música eletrônica no Conexão Vivo na Sala do Coro.
Cantora, que abriu turnê de Gregory Isaacs na Jamaica, apresenta-se na Sala do Coro do TCA no dia 9 de abril, às 20 horas
A cantora baiana, compositora e multinstrumentista Soraia Drummond, que iniciou sua carreira musical em palcos internacionais, é a oitava atração do Conexão Vivo na Sala do Coro. Soraia se apresenta na segunda-feira, 9, às 20 horas, na Sala do Coro do Teatro Castro Alves (TCA). Os ingressos custam R$ 8 (inteira) e R$ 4 (meia-entrada) e devem ser adquiridos no dia do show a partir das 18 horas na bilheteria do teatro.
Com interesse pela música desde os 12 anos, o nome de Soraia passou a ser ouvido em 2007, quando ao cumprirmentar o cantor jamaicano Gregory Isacs, após um show em Salvador, teve a sorte de se encontrar com o legendário empresário e coordenador de turnês Copeland Forbes. “Gregory me deu um ‘oi’ e saiu. O produtor, então, perguntou quem eu era. Quando falei sobre meu trabalho e interesse pelo reggae, ele me chamou para cantar no show. Entrei no palco após a saída de Gregory e encontrei uma multidão de cerca de 20 mil pessoas. Nem sabia o que tocaria, mas optei por uma música de Bob”. Impressionado com o talento da cantora, Forbes a convidou para abrir os shows de Gregory em uma turnê pelos Estados Unidos e Europa.
Com a referência da música do grande mestre Bob Marley, a artista apresentará, acompanhada pelo DJ Raiz, um show que reúne reggae e música eletrônica. Juntos, a dupla forma o projeto Dubelétrica, em homenagem ao Trio Elétrico, criado por Dodô e Osmar em 1950, período em que também surgiam os primeiros Sistemas de Som na capital jamaicana. Baseado na cultura sound system, Soraia adiciona à aparelhagem eletrônica que utilizam nos palcos, instrumentos como o violão e percussão em algumas das canções do show.
O trabalho produzido pelo duo tem como base as pesquisas desenvolvidas no Brasil, mais especificamente na região nordeste do país e na Jamaica, onde Soraia Drummond residiu entre 2007 e 2008 na cidade de Kingston. Nesse período, ela trabalhou na gravação do seu primeiro disco e aprofundou seus conhecimentos em música e cultura jamaicana, constatando a evidente proximidade com a cultura e a música brasileira.
No show, marcado por muita energia, grande variação de timbres vocais e uma fusão eletrizante de diversos ritmos africanos, brasileiros e jamaicanos, serão apresentadas as músicas que fazem parte do primeiro CD da artista, álbum homônimo, lançado após seu retorno ao Brasil. Gravado em Fortaleza, reúne 13 canções, 12delas autorias, a exemplo de “Valorize-se”, “Bom Demais”, “Eu Sou Brasileiro”, “Deus Tem Força” e “Começo, Meio e Fim”, dentre outras.
A única música do CD que não foi criada pela artista é uma releitura da canção “Águas de Março”. A composição de Tom Jobim ganha, no trabalho da baiana, uma nova roupagem com a produção do grupo Orquestra Brasileira de Música Jamaicana, de São Paulo, que faz arranjos de reggae em clássicos da música brasileira.
As canções de Soraia passeiam por temas variados, do amor à crítica social, além de mensagens de preservação ao meio ambiente. “Normalmente escrevo sobre coisas que vivencio. Aconteceu algo que me machucou, vira música. Surgiu alguma coisa que me deixou alegre, vira música”, conta Soraia que, desde que começou a compor, já criou mais de 100 composições, uma delas premiada pelo Rumos Itaú Cultural 2010. Na categoria Homenagem, Soraia foi a única baiana premiada no edital daquele ano com a música "Estamos em pleno mar", inspirada no poema Navio Negreiro, de Castro Alves.
Projeto - O Conexão Vivo na Sala do Coro dá continuidade ao projeto iniciado em 2010. Voltado para a valorização e estímulo da produção musical baiana, ele dá oportunidade para artistas locais mostrarem suas propostas ao público. Todas as bandas e cantores que se apresentam no projeto na Sala do Coro foram escolhidos por edital público, a partir de uma curadoria formada por profissionais do mercado da música local.
Iniciado neste ano com o show da banda Maglore, na primeira segunda-feira de fevereiro, o Conexão Vivo na Sala do Coro será encerrado com a apresentação da cantora Marcela Bellas. Até lá, o evento contará ainda Quixabeira de Lagoa da Camisa, Vandex e Pedro de Rosa Morais. O projeto já contou com shows de Sanbone Pagode Orquestra, Gutemba, Nana, Mestre Lourimbau, Cabelo de Serpente e Humberto Monteiro.
AGENDA DE SHOWS
09/04 - Soraia Drummond
16/04 - Quixabeira
23/04 - Vandex
30/04 - Pedro de Rosa Morais
07/05 - Marcela Bellas
SERVIÇO:
Conexão Vivo na Sala do Coro 2012
Atração: Soraia Drummond
Local: Sala do coro do Teatro Castro Alves
Horário: 20h
Ingressos: R$ 8 (inteira), R$ 4 (meia-entrada) - vendidos na bilheteria do Teatro Castro Alves
Cantora, que abriu turnê de Gregory Isaacs na Jamaica, apresenta-se na Sala do Coro do TCA no dia 9 de abril, às 20 horas
A cantora baiana, compositora e multinstrumentista Soraia Drummond, que iniciou sua carreira musical em palcos internacionais, é a oitava atração do Conexão Vivo na Sala do Coro. Soraia se apresenta na segunda-feira, 9, às 20 horas, na Sala do Coro do Teatro Castro Alves (TCA). Os ingressos custam R$ 8 (inteira) e R$ 4 (meia-entrada) e devem ser adquiridos no dia do show a partir das 18 horas na bilheteria do teatro.
Com interesse pela música desde os 12 anos, o nome de Soraia passou a ser ouvido em 2007, quando ao cumprirmentar o cantor jamaicano Gregory Isacs, após um show em Salvador, teve a sorte de se encontrar com o legendário empresário e coordenador de turnês Copeland Forbes. “Gregory me deu um ‘oi’ e saiu. O produtor, então, perguntou quem eu era. Quando falei sobre meu trabalho e interesse pelo reggae, ele me chamou para cantar no show. Entrei no palco após a saída de Gregory e encontrei uma multidão de cerca de 20 mil pessoas. Nem sabia o que tocaria, mas optei por uma música de Bob”. Impressionado com o talento da cantora, Forbes a convidou para abrir os shows de Gregory em uma turnê pelos Estados Unidos e Europa.
Com a referência da música do grande mestre Bob Marley, a artista apresentará, acompanhada pelo DJ Raiz, um show que reúne reggae e música eletrônica. Juntos, a dupla forma o projeto Dubelétrica, em homenagem ao Trio Elétrico, criado por Dodô e Osmar em 1950, período em que também surgiam os primeiros Sistemas de Som na capital jamaicana. Baseado na cultura sound system, Soraia adiciona à aparelhagem eletrônica que utilizam nos palcos, instrumentos como o violão e percussão em algumas das canções do show.
O trabalho produzido pelo duo tem como base as pesquisas desenvolvidas no Brasil, mais especificamente na região nordeste do país e na Jamaica, onde Soraia Drummond residiu entre 2007 e 2008 na cidade de Kingston. Nesse período, ela trabalhou na gravação do seu primeiro disco e aprofundou seus conhecimentos em música e cultura jamaicana, constatando a evidente proximidade com a cultura e a música brasileira.
No show, marcado por muita energia, grande variação de timbres vocais e uma fusão eletrizante de diversos ritmos africanos, brasileiros e jamaicanos, serão apresentadas as músicas que fazem parte do primeiro CD da artista, álbum homônimo, lançado após seu retorno ao Brasil. Gravado em Fortaleza, reúne 13 canções, 12delas autorias, a exemplo de “Valorize-se”, “Bom Demais”, “Eu Sou Brasileiro”, “Deus Tem Força” e “Começo, Meio e Fim”, dentre outras.
A única música do CD que não foi criada pela artista é uma releitura da canção “Águas de Março”. A composição de Tom Jobim ganha, no trabalho da baiana, uma nova roupagem com a produção do grupo Orquestra Brasileira de Música Jamaicana, de São Paulo, que faz arranjos de reggae em clássicos da música brasileira.
As canções de Soraia passeiam por temas variados, do amor à crítica social, além de mensagens de preservação ao meio ambiente. “Normalmente escrevo sobre coisas que vivencio. Aconteceu algo que me machucou, vira música. Surgiu alguma coisa que me deixou alegre, vira música”, conta Soraia que, desde que começou a compor, já criou mais de 100 composições, uma delas premiada pelo Rumos Itaú Cultural 2010. Na categoria Homenagem, Soraia foi a única baiana premiada no edital daquele ano com a música "Estamos em pleno mar", inspirada no poema Navio Negreiro, de Castro Alves.
Projeto - O Conexão Vivo na Sala do Coro dá continuidade ao projeto iniciado em 2010. Voltado para a valorização e estímulo da produção musical baiana, ele dá oportunidade para artistas locais mostrarem suas propostas ao público. Todas as bandas e cantores que se apresentam no projeto na Sala do Coro foram escolhidos por edital público, a partir de uma curadoria formada por profissionais do mercado da música local.
Iniciado neste ano com o show da banda Maglore, na primeira segunda-feira de fevereiro, o Conexão Vivo na Sala do Coro será encerrado com a apresentação da cantora Marcela Bellas. Até lá, o evento contará ainda Quixabeira de Lagoa da Camisa, Vandex e Pedro de Rosa Morais. O projeto já contou com shows de Sanbone Pagode Orquestra, Gutemba, Nana, Mestre Lourimbau, Cabelo de Serpente e Humberto Monteiro.
AGENDA DE SHOWS
09/04 - Soraia Drummond
16/04 - Quixabeira
23/04 - Vandex
30/04 - Pedro de Rosa Morais
07/05 - Marcela Bellas
SERVIÇO:
Conexão Vivo na Sala do Coro 2012
Atração: Soraia Drummond
Local: Sala do coro do Teatro Castro Alves
Horário: 20h
Ingressos: R$ 8 (inteira), R$ 4 (meia-entrada) - vendidos na bilheteria do Teatro Castro Alves
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