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quinta-feira, 3 de maio de 2012

Doença do carrapato acomete cães em qualquer época do ano‏

A Erliquiose canina, mais conhecida como a doença do carrapato, infelizmente é um mal comum na vida dos cães e vem crescendo significativamente em todo o Brasil. Identificar cedo a doença é um fator primordial para a recuperação do cão, além de evitar transtornos e danos irreparáveis. Por isso, o Pet Center Graça está equipado com os aparelhos mais modernos no tratamento dos animais de estimação. Para a veterinária do estabelecimento, Geane Campos, “se o animal começar a se comportar de maneira diferente, se ele for agitado e de repente ficar quieto, se esconder em casa sem querer interagir com a família, perder de apetite repentino, e o dono notar a presença de carrapatos no animal, é bom correr para fazer um exame de sangue e diagnosticar a doença o quanto antes”.

Transmissão, sintomas, diagnóstico e tratamentos
O carrapato que transmite tal doença recebe o nome de Riphicephalus sanguineus ou carrapato vermelho do cão. Eles possuem hábito nidícola vivendo em ninhos, toca ou abrigo de seus hospedeiros e gostam de lugares quentes e escuros. A sua transmissão usualmente ocorre por picada e inoculação por carrapato contaminado, o parasita alimentando-se em um cão doente é capaz de tornar-se infectado e perpetuar a doença. A doença também pode ser transmitida aos cães por transfusões sanguíneas, através de agulhas ou instrumentais contaminados.
Dentre os diversos sintomas apresentados, o animal pode apresentar sangramento em narinas, pele e urina, vômitos, dificuldade respiratória e ainda edema nos membros, e aumento de linfonodos. Na fase crônica, o cão pode apresentar depressão, perda de peso, mucosas pálidas devido a anemia intensa, dor abdominal, sangramento nasal, diarréia escura, vômito, lesões oculares (sangramentos oculares, uveíte), aumento de órgãos (baço, fígado), alterações neurológicas (compatíveis com inflamação de meninges), aumento no consumo de água e frequência de urina (secundário a lesão renal).
O diagnóstico pode ser feito através da identificação da bactéria em um esfregaço sanguíneo, ou através de exames sorológicos, e achados de exames laboratoriais. Exames bioquímicos e urinálise são importantes para detectar alterações precoces em outros órgãos, principalmente os rins. O tratamento da doença se dá através de via oral, com droga específica durante 21 - 28 dias. O sucesso do tratamento depende da fase da doença e gravidade dos sinais que o cão apresenta, visto que em estágios avançados da erliquiose pode ocorrer aplasia de medula. A doença tem um bom prognóstico quando tratada da forma correta. O controle da infestação de carrapatos é essencial para o tratamento para evitar recidiva da doença.

Fonte:
Geane Campos
Veterinária do Pet Center Graça

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