
Muita gente imaginou que o vídeo "Perdi meu amor na balada" era uma propaganda do Segunda Chance.
Antes de vir a público que o vídeo "Perdi Meu Amor na Balada" - em que um jovem perde o telefone da mulher que conheceu em uma casa noturna e, por conta disso, começa uma busca na internet - era apenas um viral da fabricante de celulares Nokia, houve quem tivesse certeza de que as imagens eram uma publicidade de um site localizador de pessoas: o Segunda Chance.
Embora não tivesse relação nenhuma com a propaganda da multinacional finlandesa, a página se encaixaria perfeitamente na ação. Isso porque, segundo o publicitário Vinícius Aranha, de 24 anos, criador da primeira ferramenta do tipo no Brasil, o objetivo é mesmo reencontrar pessoas. "Após perder o telefone ou, ainda, se os dois não tiverem a chance de trocar contatos, a ideia é ir até o Segunda Chance, cadastrar-se, e esperar que seu alvo faça o mesmo", diz.
Para se cadastrar basta ter um endereço de e-mail e criar um login, gratuitamente. Além da chance de reencontrar aquela paquera do fim de semana, o novo site propõe a criação de um movimento social e cultural com um gesto simples, feito com as mãos, que ajudará a identificar quem faz parte do Segunda Chance. Caso uma pessoa tenha interesse em conhecer outra, basta fazer o gesto "dois" e "C" com as mãos, para sinalizar que pode ser encontrado no website. A ideia é que ao fazer esse gesto com as mãos as pessoas marquem um encontro na página. "Será o gesto de pedir uma segunda chance para a pessoa que você não conseguiu conhecer no momento", explica Aranha.
O sistema de busca permite que o usuário selecione o Estado, cidade, local e horário frequentado, dia da semana, perfil do local, etc. Caso a outra pessoa também tenha se interessado e trocado sinais com outra, ela entrará no site e escreverá um recado sobre a outra pessoa no local que frequentou. Desta forma, todos podem ser encontrados com facilidade.
Há cinco meses no ar, o site já reúne entre 1.500 e 2.000 usuários em todo o Brasil. Casos de sucesso? "Ainda não temos a certeza de que houve algum reencontro. Sei que é um projeto pretensioso, mas creio que ele ainda irá crescer e conquistar a popularidade necessária", afirma o criador do Segunda Chance.
Informações Band
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