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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Candidatos à prefeitura de Salvador participam de segundo debate na TV


Os seis candidatos à prefeitura de Salvador participaram, na noite de terça-feira (14), do debate promovido pela TV Aratu, afiliada do SBT na Bahia, em Salvador. ACM Neto (DEM), Hamilton Assis (PSOL), Márcio Marinho (PRB), Mário Kertész (PMDB), Nelson Pelegrino (PT) e Rogério da Luz (PRTB) discutiram mobilidade urbana, saúde pública, modelo de gestão, infraestrutura, entre outros temas de campanha, por cerca de duas horas.
Mais uma vez, os candidatos criticaram a atual administração do prefeito João Henrique, com ênfases diferenciadas, prometendo resgatar a "autoridade" política da capital baiana. O debate foi organizado com perguntas entre os próprios candidatos, ordenadas por sorteios, e contou com a participação de jornalistas, que fizeram duas perguntas cada com direito a réplica. Abaixo, confira resumos da participação dos postulantes à prefeitura, listados por ordem alfabética.
ACM Neto (DEM) afirmou que a cidade precisa de um prefeito que coloque "ordem na casa" para resolver problemas "urgentes e imediatos", como o "caos" no trânsito, na saúde e na educação pública. Ressaltou ter sido o primeiro candidato a apresentar o plano de governo na campanha e que Salvador tem condições de "andar com as próprias pernas". "É necessário racionalizar despesas, trabalhar a política de corrupção zero e rever os contratos [da prefeitura]. Salvador tem que ter um plano de desenvolvimento econômico para incrementar a sua receita, em uma gestão que economize onde pode e eleve a receita", destacou. Disse também que irá criar sedes da prefeitura em bairros populosos para aproximar a relação dos moradores com a esfera do poder municipal. Além disso, garantiu a criação de um hospital no bairro de Pau da Lima, através de Parceria Público Privada (PPP).

Hamilton Assis (PSOL) afirmou ter como prioridade a desarticulaçao de um "esquema privado que controla a máquina publica", o que chama de "máfia", como os contratos de terceirização. Segundo o candidato, a situação pode ser resolvida com abertura de concursos públicos. Ele ressaltou que o seu projeto de governo prevê uma gestão democrática, que será possibilitada a partir da criação do conselho de participação popular e de prefeituras regionais. "O povo precisa ter controle social sobre as ações da prefeitura, porque o prefeito é empregado do povo", argumentou. No fim do debate, reiterou que o "povo precisa ser governado por alguém que olhe da periferia para o centro" e pediu que os candidatos apresentem as contas de campanha.

Márcio Marinho (PRB) disse que os problemas da capital atingiram a "maior idade" e que, por isso, é necessário que o gestor tenha "atenção e carinho pela população que a cada dia está com a autoestima mais baixa". Para isso, também propõe um modelo de administração aproximado com a população em bairros populosos, com intuito de resolver questões como buracos ou iluminação. Afirmou que a cidade passa por uma fase de "imobilidade urbana", referindo-se ao trânsito, setor em que pretende implantar ciclovias, caneletas para ônibus e transporte coletivo de qualidade. Ressaltou, ainda, que irá alinhar diversas religiões em sua gestão, voltadas para um trabalho continuado na área de ação social. "Usar esse mecanismo, junto com as secretarias, para tirar esse pessoal da rua com gesto de carinho e solidariedade", disse. Ao fim, disse ter orgulho de ser bispo de igreja evangélica e que "não tem problema com o pessoal de santo" - em resposta às afirmações do candidato Mário Kertész . "Vou valorizar as festas culturais, o Bonfim, Iemanjá e a Marcha para Jesus. Respeito todas as religiões", citou.

Mário Kertész (PMDB) fez criticas diretas ao prefeito João Henrique: "falta prefeito, não temos prefeito. Faltam 139 dias para João Henrique nos deixar e um de nós assumir a prefeitura", disse. Ressaltou em diversas ocasiões acreditar ser preciso ser eleito antes de direcionar um ideal de  projeto político. "Não vou entrar nessa de faço e aconteço". Ele também valorizou a seu histórico como ex-prefeito, dizendo ser o "mais experiente". "Vocês tiveram a oportunidade de ver que sou feio, o mais velho, mas o mais experiente. Estou tranquilo na campanha, com dedicação e amor de quem começou aos 26 anos ao lado de ACM (o ex-senador Antonio Carlos Magalhães) e depois com asa própria", destacou.
Nelson Pelegrino (PT) afirmou que um dos graves problemas da cidade é o orçamento, indicando o valor atual de R$ 100 milhões por ano para investimento. Por isso, ressaltou ser importante manter vínculo forte com os governos estadual e federal, através de Jaques Wagner e Dilma, para executar projetos para a cidade. "Salvador precisa de um governo que bote 'ordem na casa'. Hoje temos a sensação de que tudo pode na cidade", relatou. Disse também que vai reservar 20% do orçamento municipal para a saúde, fatia maior que a recomendada em lei, verba que destinará para aplicação em postos de saúde da família e unidades especializadas de atendimento ambulatorial. Sobre as críticas acerca da relação do PT com os servidores, diante das greves da Polícia Militar e no ensino estadual, que foram feitas por Hamilton Assis (PSOL), o candidato citou o histórico como advogado sindical. "Vou tratar bem os servidores, com muita transparência. Quem tem lado, não muda. Estive presente em todas as greves que aconteceram procurando solução para contemplar trabalhadores e do ponto de vista do que o estado poderia pagar", relatou. Para mobilidade urbana, destacou os projetos de ampliação da linha do trem do subúrbio, concretização do metrô, avenida 29 de março, ampliação da avenida Gal Costa e ampliação de passeios, ciclovias e ciclofaixas.

Rogério Tadeu Da Luz (PRTB) enfatizou a necessidade do próximo gestor ser um técnico e não um político, "que faça as coisas dentro no cronograma, só técnicos vão fazer Salvador funcionar". Da Luz também apontou a vontade de criar um plano de saúde municipal para que a população tenha acesso a unidades da rede particular. Na questão da mobilidade, a sua prioridade é a criação de um "aerotrem", com custo estimado de R$ 40 milhões. "Sistema de transporte barato e moderno. Faremos 10 km em um ano", disse, acrescentando que irá implantar também vias exclusivas para motociclistas e revitalizar os planos inclinados da cidade. Como Hamilton, criticou o sistema de financiamento de campanhas eleitorais. "Sou coligado com Deus e com o povo", disse ao fim, quando lembrou seu número nas urnas, o 28, alegando que não tem recursos para colocar placas nas ruas. (Com informações G1)

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