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sábado, 1 de dezembro de 2012

Impactos da violência na saúde da mulher são discutidos em seminário


O atendimento em saúde às mulheres vítimas de violência pode ir muito além do simples tratamento. Um serviço de acolhimento, capaz de identificar os casos de abusos e agressões, contribui também para a eficiência da notificação e encaminhamento das vítimas. Os direitos à saúde do público feminino e suas nuances foi o tema do I Seminário de Identificação e Notificação de Violência vivida por Mulheres, promovido pela Secretaria Municipal de Saúde, nesta sexta-feira (30), no Hotel Catussaba. Realizado pela Coordenadoria de Atenção e Promoção à Saúde (Coaps), o evento discutirá os aspectos físicos, psíquicos, social e intrafamiliar das situações de violência contra a mulher, que afetam diretamente a sua saúde. Segundo a subcoordenadora do Coaps, Ana Carina Monteiro, é necessário que os profissionais de saúde estejam aptos para identificar e assistir as pacientes que sofrem os diversos tipos de abusos e agressões, através de um atendimento eficaz e acolhimento multiprofissional. "Ainda existe um tabu muito grande em relação à notificação compulsória dos casos de violência contra as mulheres", denuncia. Ela alerta que os profissionais precisam saber identificar para realizar a notificação, que não é a mesma coisa que uma denúncia. "Esses dados são sigilosos e encaminhados para o Ministério da Saúde, apenas para servir como subsídios para a implementação de políticas públicas para as mulheres", explica. A subcoordenadora do Cops destaca, no entanto, que o profissional de saúde também pode orientar e encaminhar as vítimas para os serviços oferecidos pela rede de atenção à mulher, como apoio jurídico e atendimento em assistência social. "O profissional deve estar preparado para fazer essa orientação, mas cabe à vítima aceitar ou não", pontua. Os profissionais também são estimulados a realizar atividades educativas, com momentos de reflexão e divulgação de dados, sobre a temática nas unidades de saúde. O seminário foi realizado em parceria com o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Superintendência de Políticas Publicas para Mulheres (SPM) e Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). De acordo com a pesquisa realizada pelo Instituto Sangari, em abril deste ano, denominada Mapa da Violência 2012, duas em cada três pessoas atendidas no Sistema Único de Saúde, em razão de violência doméstica ou sexual, são mulheres. Em 51,6% dos atendimentos foi registrada reincidência no exercício da violência contra a mulher. Em vigor desde 2006, a Lei Maria da Penha (nº 11.340/06) estabelece que a violência contra a mulher deixe de ser tratada como crime de menos potencial ofensivo. A lei também acaba com as penas pagas em cestas básicas ou multas, além de englobar a violência física, sexual e psicológica, patrimonial e o assédio moral. De acordo com levantamento do DataSenado em 2011, 60% das mulheres acreditam que a proteção contra as agressões melhorou após a criação da lei.


Secom

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