Sexo em Rio das Ostras, parte 2: veja o vídeo do casal sendo surpreendido pela guarda municipal
Depois de balançar a roseira, o casal que chacoalhou a Praia do Centro de Rio das Ostras em pleno Carnaval viu sua alegria se transformar em revolta nas areias. Vários banhistas se indignaram com a cena, vista por crianças e idosos, boa parte dos frequentadores do local. Dos quiosques, o povo gritava e pedia providências à guarda municipal. As autoridades tiveram trabalho. Enquanto o rapaz de 27 anos tentou fugir, mas acabou confessando o ato, Wanderlea dos Santos Silva, de 41, resistiu. Xingava e dizia que não estava fazendo nada demais. Ela tentou agredir uma das testemunhas e perguntou: ‘O que é? Você também quer me comer?’”
A atitude despertou a suspeita da família de Tia Lúcia, que acabou conhecida por causa dos gritos da sobrinha: "Chama a Tia Lúcia", gravados no vídeo. "A gente logo percebeu que não eram casados. Eles nem se beijaram, o cara não tirou os óculos. Ele esculachou a mulher diante da praia toda. Quando eles se soltaram, ela ainda conversou com outro". Veja, acima, as cenas do flagrante.
Namorado de mulher filmada em Rio das Ostras defende a companheira: ‘Eu confio’.
Quem assiste ao vídeo de Wanderlea dos Santos Silva, de 41 anos, "namorando" dentro d’água no carnaval, não imagina que, no passado, a "Cicarelli de Rio das Ostras" dava aulas de catecismo na Igreja São Francisco de Assis, perto de onde mora, no bairro Vale do Ipê, em Belford Roxo.— A igreja foi fundada no ano em que nasci. Meu pai, minha mãe e meus tios ajudaram a construí-la. Por volta de 1988, dei aulas de catecismo para crianças de 8 a 10 anos. Falava com eles sobre Deus, lia a Bíblia e ensinava a rezar — conta Wanderlea, que durante alguns anos frequentou uma igreja evangélica mas, há pouco tempo, voltou às origens católicas para felicidade da família.
Quem assiste ao vídeo de Wanderlea dos Santos Silva, de 41 anos, "namorando" dentro d’água no carnaval, não imagina que, no passado, a "Cicarelli de Rio das Ostras" dava aulas de catecismo na Igreja São Francisco de Assis, perto de onde mora, no bairro Vale do Ipê, em Belford Roxo.— A igreja foi fundada no ano em que nasci. Meu pai, minha mãe e meus tios ajudaram a construí-la. Por volta de 1988, dei aulas de catecismo para crianças de 8 a 10 anos. Falava com eles sobre Deus, lia a Bíblia e ensinava a rezar — conta Wanderlea, que durante alguns anos frequentou uma igreja evangélica mas, há pouco tempo, voltou às origens católicas para felicidade da família.
E não era só para crianças e adolescentes que Wanderlea, mãe de três filhos, dava aulas de religião... Durante alguns anos, a dona de casa também participou de grupos de família e encontro de casais na paróquia.
Advogado é Deus
Preocupada com a fama repentina, Wanderlea teme perder a guarda dos filhos, gêmeos de 9 anos. A filha de 19 — que mora em Rio das Ostras — nem quer papo com ela por causa das cenas escandalosas na praia.
— Minha filha nem quer falar mais comigo. E nem sei como será amanhã, com meus filhos voltando para a escola, porque os amiguinhos deles me conhecem. Pedi ao meu Deus para cuidar de mim, porque só ele pode ser meu advogado neste momento — reflete.
Na vizinhança, Wanderlea já caiu na boca do povo. Basta andar pelas ruas próximas à sua casa para ouvir: "Estão procurando a taradona?" ou "Se aquilo não era sexo, era o quê?". Enquanto o tema está entre os mais comentados por ali, a dona de casa parece buscar inspiração no cantor Jair Rodrigues: prefere deixar que digam, que pensem, que falem...
— Já me chamaram até de vagabunda, mas não ligo para isso. Estou controlada por causa do meu marido, que está me dando apoio. Meu pai também me apoia, mas ele está chateado com tudo o que estão fazendo contra mim e falando.
O companheiro, Johne Max Geraldo dos Santos, de 38 anos, por sua vez, não demonstra ciúmes ao ouvir as declarações da amada. Porém, manda um recado aos que andam fazendo comentários maldosos sobre ele e Wanderlea.
— É fácil falar, difícil é ser eu. Quero ver pagar minhas contas. Sou um cara muito tranquilo, não vou dar ouvidos a isso, já falei para ela fazer o mesmo — diz Max (como prefere ser chamado), antes de soltar mais uma frase de efeito: — Falem mal, mas falem dela. Vou saber amanhã (hoje) como será a reação no trabalho. Podem falar à vontade, não vou me preocupar — antecipa ele, que trabalha numa transportadora.
'Essa armação é coisa de homem recalcado'
Para Wanderlea, essa confusão toda que aconteceu em Rio das Ostras não passa de "armação de homem recalcado". Ela conta que, assim que chegou à praia, foi comprar cerveja num quiosque. Lá, então, foi abordada por um rapaz que a convidou para beber. Ela recusou.
— E esse cara é o tal Rafael que testemunhou contra mim. Ele me chamou para tomar cerveja, mas eu não dei ideia. Homem quando leva um fora... Essa armação é coisa de homem recalcado, ele quis se vingar de mim. Acho que tudo foi uma armação dele com o Léo — acusa a $de casa, referindo-se ao homem com que teria dado uns amassos na água.
Olhar 43
Wanderlea conta que sempre fez muito sucesso com os homens e que, talvez, por isso atraia a inveja das pessoas.
— As pessoas têm inveja. Sempre foi assim. Sou muito carismática. dizem que sou atraente — confidencia.
Seu olhar é o que mais chama atenção, segundo a própria. Como explicar esta fórmula de sedução?
— Sou uma mulher bonita para a minha idade, sou muito conservada.
Sexo em Rio das Ostras, parte 2

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