Com o ritmo de crescimento do país impulsionado, sobretudo, pela chegada da Copa do Mundo e da Olimpíada, muito se fala sobre o chamado
‘apagão de talentos’ no Brasil. Grandes empresas alegam a falta de mão de obra qualificada disponível para atuar nos diversos setores produtivos sendo considerado, em alguns casos, a importação de profissionais de outros países. No entanto, especialistas defendem que, antes disto, a solução pode vir da própria empresa.
De acordo com a pedagoga e especialista em consultoria educacional e de carreira, Adelaide Rezende, em muitos casos é mais estratégico que as empresas apostem na adequação da própria equipe. “É comum muitas instituições já possuírem um bom profissional, mas o descartarem por não estarem adequados ao momento da empresa. Em alguns casos, é mais viável que os gestores identifiquem as necessidades da organização e optem por cursos de capacitação customizados”, afirma Adelaide Rezende, diretora da Strix Educação.
A especialista defende ainda a importância dos líderes fazerem um ‘raio x’ de cada colaborador, identificando seu perfil e qual a posição na empresa em que ele dará mais resultados. “Existem testes que permitem identificar a personalidade do funcionário, a partir de questões que revelam sua postura em determinadas situações comuns no ambiente de trabalho. Com este diagnóstico, o gestor terá condições de formar equipes com profissionais compatíveis ao cargo”, aconselha.
Adelaide Rezende - Strix Educação
Com mais de três décadas de experiência no segmento educacional, a pedagoga Adelaide Rezende é diretora da Strix Educação - empresa especializada em processos seletivos, Consultoria Educacional, Seleção de Pessoal e Treinamentos. Dirigiu escolas do ensino médio, foi professora na Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e participou do programa estadual de formação de professores. Titular da cadeira número 2 da Academia Baiana de Educação, a pedagoga foi responsável pela implantação do serviço de seleção da Universidade Federal da Bahia (UFBA) na década de 70 e comandou o Projeto de Implantação de, pelo menos, onze faculdades do estado, dentre elas a FTE e a Faculdade Castro Alves.

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