O Ministério da Saúde excluiu Carlos Jorge Cury Marsilla do programa Mais Médicos. Marsilla, acusado de ter mutilado e causado lesões corporais em pelo menos 15 mulheres, iniciaria nesta terça-feira, 3, as atividades num posto de saúde de Águas Lindas de Goiás (GO). "Ele havia sido aceito porque seu registro estava ativo, não constavam problemas", disse o ministro Alexandre Padilha.
O secretário de Educação na Saúde, Mozart Sales, afirmou que Marsilla tinha dois registros profissionais, um do Amazonas e outro de Rondônia. Em julho, o conselho do Amazonas interditou o registro profissional. A decisão é válida para todo o País. No entanto, o bloqueio nacional ainda não havia sido realizado.
Carlos Jorge Cury Mansilla, ex-secretário de Estado da Saúde no Governo Bianco, ex-deputado federal, trabalhou por 28 anos como cirurgião-geral do Hospital Regional de Guajará-Mirim, em Rondônia, e na Clínica Doutor Lisboa, em Manaus. Foi suspenso pelo Conselho Regional de Medicina de Rondônia (Cremero) por 30 dias depois de ter sido alvo de investigação no processo ético-profissional que apurou infração ao Código de Ética Médica.
O secretário de Educação na Saúde, Mozart Sales, afirmou que Marsilla tinha dois registros profissionais, um do Amazonas e outro de Rondônia. Em julho, o conselho do Amazonas interditou o registro profissional. A decisão é válida para todo o País. No entanto, o bloqueio nacional ainda não havia sido realizado.
Carlos Jorge Cury Mansilla, ex-secretário de Estado da Saúde no Governo Bianco, ex-deputado federal, trabalhou por 28 anos como cirurgião-geral do Hospital Regional de Guajará-Mirim, em Rondônia, e na Clínica Doutor Lisboa, em Manaus. Foi suspenso pelo Conselho Regional de Medicina de Rondônia (Cremero) por 30 dias depois de ter sido alvo de investigação no processo ético-profissional que apurou infração ao Código de Ética Médica.

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