Um ano após inaugurado, o Parque Tecnológico da Bahia já abriga 26 empresas e instituições de pesquisa, com previsão de contar com mais 13 empresas até o final deste ano. O espaço, que tem como foco o desenvolvimento de produtos e processos que tenham impactos regionais positivos e relevantes, conta com um total de 450 profissionais, que desenvolvem projetos em áreas diversas, como hardwares e softwares, aplicativos para mobile, entre outros. “O espaço propicia a geração de empregos de alto valor agregado, além da criação de produtos e serviços inovadores, fomento a pesquisa científica, utilização das novas tecnologias e a retenção dos nossos talentos no estado”, afirma o secretário de ciência, Tecnologia e Inovação do Estado (Secti), Paulo Câmera.
A próxima etapa de obras do Parque Tecnológico da Bahia contempla a implantação do Complexo de Equipamentos Dinamizadores, composto de infraestrutura laboratorial de ponta, escola de iniciação científica, espaço interativo/Museu Mundo da Ciência e parque ambiental. Com área aproximada de 26 mil metros quadrados, o Complexo abrigará em seus laboratórios a mais completa infraestrutura de pesquisa aplicada da Bahia nas áreas de biotecnologia, nanotecnologia, energias limpas, calibração de equipamentos, entre outros.
As principais instituições de pesquisa do país já formalizaram a intenção e encaminharam projetos de pesquisa aplicada para desenvolvimento nos laboratórios do Parque. Serão 13 plataformas nas quais estão incluídas 30 linhas de pesquisa que integram parceiros públicos e privados que atuarão em conjunto compartilhando equipamentos e laboratórios. Entre as instituições de Ciência, Tecnologia e Inovação que já encaminharam seus projetos figuram a Universidade Federal da Bahia (Ufba), Escola Bahiana de Medicina, Petrobras, Coelba, Biocen do Brasil e Senai/ Cimatec, Cetene, Unicamp e FioCruz.
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