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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Segundo dia da Flica é marcado por debates e boa música

Poesia, biografias e história foram os temas das mesas desta quinta-feira

Segundo dia da Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica), foi marcado por grandes debates, abertura do espaço Fliquinha e atrações musicais. Elieser Cesar, Karina Rabinovitz, Mário Magalhães, Ana Teresa Baptista, Laurentino Gomes e Eduardo Bueno passaram pelas mesas do claustro do Conjunto do Carmo, em Cachoeira.

O dia começou com poesia. Elieser Cesar e Karina Rabinoviz, mediados por Jackson Costa, transforam o debate sobre poesia em um verdadeiro sarau literário, com poesia recitadas e ping-pong poético, como Jackson intitulou o bate bola com estrofes dos poemas de cada autor de forma improvisada. A mesa “Qualquer um poeta”, começou com a seguinte pergunta: Qual quer um pode ser poeta? Os autores percorrem pelo tema de forma lírica e aplaudida pela plateia.

Pela tarde, o público conferiu o debate sobre um tema polêmico, sobre biografias não autorizadas. Mário Magalhães e Ana Teresa Baptista discutiram sobre o assunto na mesa “Mesa Vidas Comuns, Vidas Notáveis”. Ana Tereza falou da dificuldade do apoio aos biógrafos, e não faria uma biografia não autorizada neste momento. Já Mário, defende que toda biografia deve ser uma investigação jornalística e para seu novo livro, a biografia do guerrilheiro Carlos Marighella (1911-69), dedicou nove anos de pesquisa. A noite terminou com Laurentino Gomes e Eduardo Bueno que falaram um pouco da história do Brasil.

Os shows ficaram por conta da Fliquinha, Varanda Sesi e show na Praça. O cantor Saulo Fernandes se apresentou no espaço voltado para os pequenos leitores com o show voz e violão, acompanhado de um coro de crianças apaixonadas pelas suas músicas. A Varanda Sesi trouxe para Cachoeira nesta noite o tema “Samba Chulo”, com o compositor Roberto Mendes, cujas músicas ecoam por todo o Brasil e estão eternizadas na voz da conterrânea Maria Bethânia e o grupo Samba de Roda Raízes de Acupe, do Distrito de Acupe/Santo Amaro, formado por Mestres cantadores de samba de roda. Fechando a noite, Gêge Nagô, grupo de Cachoeira que leva cantos e ritmos das senzalas (sambas-de-roda) e também em seus momentos ritualísticos.

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