É até mais fácil dar certo no interior do que em Salvador, uma cidade extremamente competitiva”, avalia a economista e coordenadora da unidade de acesso a mercados e serviços financeiros do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), na Bahia, Suely de Paula. A consultora se refere à interiorização das franquias, uma das tendências observadas durante a Feira do Empreendedor, começou na terça-feira dia 22 e vai até este domingo, dia 27.
Suely lembra que há dez anos o interior não era enxergado pelas franquias e que a participação dessas empresas nas cidades mais distantes “forçam o desenvolvimento econômico da localidade”. “Porque ela força as empresas locais a mudar seus modelos de venda. Os concorrentes vão querer ficar no mesmo nível que a franquia, vão querer ter uma loja mais bonita, mais limpa, mais equipada para competir com um franqueado”, detalha a consultora do Sebrae.
Porém, levar uma franquia para uma cidade mais distante da capital requer avaliação. O responsável pelo setor de marketing da franquia Sandwich Hall, Alexandre Hall, garante que a procura pela marca tem sido maior para cidades do interior. “A gente está avaliando candidatos a franqueados em cidades como Senhor do Bonfim, Juazeiro, Vitória da Conquista e Simões Filho”, conta o gestor. Ele garante que já tem novas franquias a serem abertas e muitas em processo de estudo e Feira de Santana deve ser a próxima cidade a ter uma das unidades da marca.
Alimentos - O ramo de fast-food entre as franquias é um dos mais procurados, sobretudo por quem quer levar o negócio para fora das capitais, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF). O empresário Reinaldo Sousa, de 29 anos, é um desses interessados. Durante a Feira do Empreendedor, ele fez orçamentos em três franquias de alimentos e as taxas iniciais para aquisição das marcas e dos modelos de negócios estavam entre R$ 30 mil a 70 mil.
“Quando a gente chega aqui, que eles esclarecem tudo, percebemos que ainda falta muito para começar um negócio desses. Mas é algo possível. Eu ainda não sei onde eu poderia abrir meu negócio só não seria no encontro de salvador, porque já há muita concorrência”.
Cinco passos para levar uma franquia para o interior
Carência - Observe qual o mix de ofertas da cidade e o descubra qual a carência dessa localidade. Seu investimento deve ser nessa lacuna
Poder aquisitivo – Não adianta comprar uma grande franquia que produz itens para um público de alto poder aquisitivo, em locais onde a população não tem capacidade econômica de absorver o produto
Vocação da Cidade - Estude a cidade, o comportamento das pessoas, dias e espaços de maior movimento. Perceba se a cidade se volta para indústria, para o comércio ou para o turismo. Para cada uma dessas vocações tem-se produtos adequados que podem lhe garantir maior rentabilidade.
Logística – Este é um problema que pode reduzir seus potenciais de ganhos. Mas um bom franqueador deve deixar claro sua capacidade de fornecer o produto. No entanto, investigue ao máximo a distância, tempo de entrega, e escolha a franquia mais viável para a cidade escolhida.
Invista nos Jovens – A falta de mão de obra capacitada é um problema ainda muito comum no Brasil, mas para um franqueado, é mais fácil modelar seus funcionários quando ainda são mais jovens. Ou mesmo aqueles que nunca trabalharam
Fonte: Gente e Mercado
Suely lembra que há dez anos o interior não era enxergado pelas franquias e que a participação dessas empresas nas cidades mais distantes “forçam o desenvolvimento econômico da localidade”. “Porque ela força as empresas locais a mudar seus modelos de venda. Os concorrentes vão querer ficar no mesmo nível que a franquia, vão querer ter uma loja mais bonita, mais limpa, mais equipada para competir com um franqueado”, detalha a consultora do Sebrae.
Porém, levar uma franquia para uma cidade mais distante da capital requer avaliação. O responsável pelo setor de marketing da franquia Sandwich Hall, Alexandre Hall, garante que a procura pela marca tem sido maior para cidades do interior. “A gente está avaliando candidatos a franqueados em cidades como Senhor do Bonfim, Juazeiro, Vitória da Conquista e Simões Filho”, conta o gestor. Ele garante que já tem novas franquias a serem abertas e muitas em processo de estudo e Feira de Santana deve ser a próxima cidade a ter uma das unidades da marca.
Alimentos - O ramo de fast-food entre as franquias é um dos mais procurados, sobretudo por quem quer levar o negócio para fora das capitais, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF). O empresário Reinaldo Sousa, de 29 anos, é um desses interessados. Durante a Feira do Empreendedor, ele fez orçamentos em três franquias de alimentos e as taxas iniciais para aquisição das marcas e dos modelos de negócios estavam entre R$ 30 mil a 70 mil.
“Quando a gente chega aqui, que eles esclarecem tudo, percebemos que ainda falta muito para começar um negócio desses. Mas é algo possível. Eu ainda não sei onde eu poderia abrir meu negócio só não seria no encontro de salvador, porque já há muita concorrência”.
Cinco passos para levar uma franquia para o interior
Carência - Observe qual o mix de ofertas da cidade e o descubra qual a carência dessa localidade. Seu investimento deve ser nessa lacuna
Poder aquisitivo – Não adianta comprar uma grande franquia que produz itens para um público de alto poder aquisitivo, em locais onde a população não tem capacidade econômica de absorver o produto
Vocação da Cidade - Estude a cidade, o comportamento das pessoas, dias e espaços de maior movimento. Perceba se a cidade se volta para indústria, para o comércio ou para o turismo. Para cada uma dessas vocações tem-se produtos adequados que podem lhe garantir maior rentabilidade.
Logística – Este é um problema que pode reduzir seus potenciais de ganhos. Mas um bom franqueador deve deixar claro sua capacidade de fornecer o produto. No entanto, investigue ao máximo a distância, tempo de entrega, e escolha a franquia mais viável para a cidade escolhida.
Invista nos Jovens – A falta de mão de obra capacitada é um problema ainda muito comum no Brasil, mas para um franqueado, é mais fácil modelar seus funcionários quando ainda são mais jovens. Ou mesmo aqueles que nunca trabalharam
Fonte: Gente e Mercado

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