Um grupo de 450 servidores da área da Segurança Pública (entre escrivães, investigadores, suboficiais, sargentos e soldados PM e peritos técnicos) participam até sexta-feira (29) dos minicursos sobre o programa Pacto pela Vida (PPV), oferecidos pela Superintendência de Gestão Integrada da Ação Policial (SIAP), na sede da Academia da Polícia Civil (Acadepol), na Mouraria. A cada dia, três turmas, compostas por 30 alunos, assistem aulas com carga de 8 horas. As próximas turmas, com mais 450 servidores, serão capacitadas entre os dias 9 e 13 de dezembro.
Segundo a coordenadora de ensino da SIAP, delegada Cláudia Aparecida Vieira Dias, esta é uma ótima oportunidade de levar aos alunos conhecimentos sobre os princípios e diretrizes do programa, criado pelo Governo do Estado, em 2011, para promover a paz social, por meio da redução dos índices de violência, com ênfase na diminuição dos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) e dos Crimes Violentos contra o Patrimônio (CVPs).
Ao aprimorar os conhecimentos destes servidores sobre a política integrada de segurança que o Pacto pela Vida preconiza, melhoraremos a prestação do serviço prestado à sociedade, afirma Cláudia Aparecida, uma das facilitadoras dos minicursos, iniciados nos dia 18 e 19 de novembro, quando foram reunidas duas turmas, com um total de 60 alunos.
A delegada integra um grupo que, em julho deste ano, foi preparado pela SIAP, para propagar, através destes minicursos, os conhecimentos sobre o PPV. Além de delegados da Polícia Civil, entre os facilitadores estão também oficiais da Polícia Militar e peritos do Departamento de Polícia Técnica (DPT). Os alunos participam ainda de dinâmicas de grupo com o objetivo de exercitar os conhecimentos adquiridos e estimular a integração.
Para Cláudia Aparecida, afora a oportunidade de apresentar aos servidores o novo modelo de segurança pública que o PPV representa, este é também um momento importante para ouvir opiniões e expectativas em relação à atividade que desenvolvem para a manutenção da segurança da população. Ao ouvirmos o que nossos profissionas têm a dizer, eles se sentem respeitados e valorizados, ressaltou.

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