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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Ação do DHPP pretende ampliar localização de desaparecidos, em Salvador


Você também pode ajudar a encontrar uma pessoa”. Com este “slogan” estampado em camisetas, folhetos, cartilhas e até viatura, a Delegacia de Proteção à Pessoa (DPP), do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), lança, nesta terça-feira (7), a campanha “Terça-Feira Itinerante”, que pretende visitar, uma vez por semana, instituições de saúde e de acolhimento com o objetivo de localizar pessoas desaparecidas. Neste primeiro dia, elas ocorrerão no Hospital do Subúrbio, Unidade de Pronto Atendimento (UPA-24H) e Casa de Repouso de Idosos Bom Jesus, no Subúrbio Ferroviário.

Servidores policiais da DPP, entre delegados e investigadores, visitarão hospitais, asilos, orfanatos, casas de recuperação para dependentes químicos e abrigos para portadores de deficiência intectual para averiguar a presença de pacientes ou internos na condição de desaparecidos. Caso se confirme a presença de algum, os policiais cruzarão as informações desta pessoa com as já existentes no banco de dados da unidade policial para localizar e avisar seus familiares.

Nesta primeira ação, a equipe da DPP contará também com o apoio de servidores policiais do próprio do Departamento de Homicídios e da 5ª Delegacia Territorial (DT/Periperi). A bordo de uma viatura plotada com o slogan e o telefone de contato da DPPVocê também pode ajudar a encontrar uma pessoa”. Com este “slogan” estampado em camisetas, folhetos, cartilhas e até viatura, a Delegacia de Proteção à Pessoa (DPP), do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), lança, nesta terça-feira (7), a campanha “Terça-Feira Itinerante”, que pretende visitar, uma vez por semana, instituições de saúde e de acolhimento com o objetivo de localizar pessoas desaparecidas. Neste primeiro dia, elas ocorrerão no Hospital do Subúrbio, Unidade de Pronto Atendimento (UPA-24H) e Casa de Repouso de Idosos Bom Jesus, no Subúrbio Ferroviário.

Servidores policiais da DPP, entre delegados e investigadores, visitarão hospitais, asilos, orfanatos, casas de recuperação para dependentes químicos e abrigos para portadores de deficiência intectual para averiguar a presença de pacientes ou internos na condição de desaparecidos. Caso se confirme a presença de algum, os policiais cruzarão as informações desta pessoa com as já existentes no banco de dados da unidade policial para localizar e avisar seus familiares.

Nesta primeira ação, a equipe da DPP contará também com o apoio de servidores policiais do próprio do Departamento de Homicídios e da 5ª Delegacia Territorial (DT/Periperi). A bordo de uma viatura plotada com o slogan e o telefone de contato da DPP e trajando camisetas com o tema da campanha, os policiais distribuirão cartilhas e panfletos à população do Subúrbio, um dos maiores da capital, contendo informações sobre como proceder em caso de desaparecimento de algum familiar ou conhecido.

NÚMEROS
Segundo a titular da DPP, delegada Heloísa Simões, estreitar os laços com estas instituições e a comunidade é muito importante para ajudar na localização de desaparecidos. “Em muitos casos, estas pessoas não portam documentos. Em outros, estão com perda de memória. Tudo isso dificulta o trabalho de localização, que ações como esta poderão atenuar. Precisamos ampliar nossa rede de informação para realizar um trabalho mais efetivo”, aposta a delegada.

Em 2013, foram registrados 600 casos de desaparecimento na DPP, dos quais 547 foram elucidados. A unidade também dispõe de uma fanpage no Facebook, criada em junho do ano passado, para colaborar nas buscas por pessoas desaparecidas. “Muitos dos desaparecidos são jovens e adolescentes em conflito familiar, que voltam para casa depois de saberem, por meio da página da instituição, que estão sendo procurados pelos parentes”, ressalva a delegada. e trajando camisetas com o tema da campanha, os policiais distribuirão cartilhas e panfletos à população do Subúrbio, um dos maiores da capital, contendo informações sobre como proceder em caso de desaparecimento de algum familiar ou conhecido.

NÚMEROS
Segundo a titular da DPP, delegada Heloísa Simões, estreitar os laços com estas instituições e a comunidade é muito importante para ajudar na localização de desaparecidos. “Em muitos casos, estas pessoas não portam documentos. Em outros, estão com perda de memória. Tudo isso dificulta o trabalho de localização, que ações como esta poderão atenuar. Precisamos ampliar nossa rede de informação para realizar um trabalho mais efetivo”, aposta a delegada.

Em 2013, foram registrados 600 casos de desaparecimento na DPP, dos quais 547 foram elucidados. A unidade também dispõe de uma fanpage no Facebook, criada em junho do ano passado, para colaborar nas buscas por pessoas desaparecidas. “Muitos dos desaparecidos são jovens e adolescentes em conflito familiar, que voltam para casa depois de saberem, por meio da página da instituição, que estão sendo procurados pelos parentes”, ressalva a delegada.

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