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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Azul cria teto de tarifas de R$ 999 durante a Copa do Mundo


Para fugir da polêmica em volta dos preços das tarifas, empresa aérea prevê perdas de R$ 20 milhões

Azul lança estratégia agressiva de preços para passagens durante a Copa do Mundo. De 12 de junho a 13 de julho, nenhuma passagem da companhia terá preço superior R$ 999. Aspassagens já estão disponíveis para a venda, desde a meia noite desta quarta-feira (8) .

Atualmente, a Azul opera em 105 destinos em 900 voos diários – apenas 12 destinos envolvem os jogos da Copa. O fundador e presidente da companhia, David Neeleman prevê o cancelamento de cerca de 20% dos voos operados pela aérea durante a Copa do Mundo devido à possível falta de demanda de viagens de negócios – responsável por 60% dos tíquetes vendidos pela empresa. 

"A Copa do Mundo vai ser ótima para o povo brasileiro e para a infraestrutura nacional, mas para o nosso resultado não vai ser bom", diz Neeleman. Com a decisão de limitar o teto de preços, a empresa abre mão de R$ 20 milhões em faturamento, diz o executivo.

A empresa não adotou nenhum mecanismo financeiro adicional para se proteger de possíveis oscilações no preço do câmbio e dos combustíveis, que, em geral, impactam fortemente o resultado das operações de aéreas.

Neeleman acrescenta que não haverá compensação dessas perdas. "É um investimento mesmo", afirma o executivo.

Voos extras
A Azul é uma das empresas que tem mais voos adicionais solicitados à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para a temporada de jogos da Copa. Foram 310 voos adicionais solicitados pela companhia de Neeleman.

A formatação final da malha aérea para Copa do Mundo tem divulgação prevista para a quarta-feira (15), mas o presidente da empresa garante que essa iniciativa não é uma ação em busca de mais poder de barganha junto à Anac. "Seria bom se fosse uma ferramenta de negociação, mas não é o caso", afirma. "É um investimento como em marketing, para que mais brasileiros conheçam a Azul."

Na última semana, a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, demonstrou preocupação com os preços das passagens que poderiam ser praticados durante o período dos jogos. Questionado se esta seria uma resposta à pressão de Brasília, Neeleman prefere desassociar essa relação.

Gleisi diz considerar a entrada de aéreas estrangeiras no mercado nacional para operação de vôos internos. "Nós não deixaremos de avaliar todas as possibilidades, inclusive abrir o mercado", afirmou no começo da semana.

Abertura de capital e novas aquisições
A decisão não deve trazr qualquer mudança na intenção da empresa, que se considera "pronta" para abrir o capital na BM&F Bovespa. Por ora, a empresa espera uma decisão da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que, segundo Neeleman, "deve vir logo". "Temos uma boa governança, a maior parte dos nossos conselheiros é independente. Estamos prontos. Agora depende da CVM e do mercado ", disse John Rodgerson, executivo financeiro da companhia.

A empresa também voltou a negar a intenção de comprar a Tap. "O codeshare já é bom para nós", diz Neeleman. A parceria no modelo codeshare prevê o compartilhamento de voos por duas ou mais empresas aéreas.

/ iG São Paulo

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