De "Brasileirinho" a "O Guarani", Carnaval na Barra é do folião pipoca.
Mais espaço para o folião pipoca. Essa é a proposta do Carnaval deste ano em Salvador, que trará novidades como o Furdunço e o Afródromo, além de aproximadamente 20 atrações se sem cordas (programação completa no www.curtacarnaval.com.br). E hoje, na abertura da folia na Barra, não poderia ser diferente. Pela primeira vez, um palco foi montado em frente ao Farol, unindo música clássica a populares marchinhas dos saudosos carnavais.
A festa foi comandada por atrações como o grupo britânico Stomp, que tocou ao lado do Quabales, do bairro do Nordeste de Amaralina, um dos mais carentes de Salvador. A apresentação dos dois grupos envolveu muita dança e ritmo, com a utilização de instrumentos improvisados como baldes, tampas de lapa, vassouras e a utilização do próprio palco como instrumento musical.
Depois foi a vez da Orquestra Sinfônica da Bahia, que tocou ao lado da banda Bailinho de Quinta marchinhas de antigos carnavais, a exemplo de "Balancê" e "Chiquita Bacana". O Olodum também tocou com a orquestra, incluindo a música "Luz de Tieta". Sozinho, o grupo percussivo animou o enorme público presente na Barra com canções como "Nos Bailes da Vida". A cantora Baby do Brasil encerrou as apresentações no palco com "Brasileirinho", seguida da Orquestra Sinfônica, que executou a ópera "O Guarani".
"Nesse Carnaval o folião vai poder brincar sem ter que pagar o abadá. É o Carnaval da pipoca. E com atrações para todos os gostos. Nosso objetivo é propagar as mais diversas manifestações culturais", disse o prefeito ACM Neto, que entrega amanhã (27), às 19h, no início do Circuito Osmar (Campo Grande), próximo ao Sheraton Hotel da Bahia, as chaves da cidade ao Rei Momo, no ato que simboliza a abertura oficial da festa.
O Carnaval no Campo Grande também começa democrático, puxado por inúmeros trios sem cordas comandados por bandas como Psirico e Ara Ketu. "Vamos fazer uma bonita festa que vai entrar para a história da cidade. Estamos diversificando a folia, fazendo um pouco ela retornar às origens sem esquecer de mirar no futuro", afirmou o presidente da Fundação Gregório de Matos, Fernando Guerreiro, que atuou como uma espécie de mestre de cerimônias nas apresentações no palco montado na Barra. Barra, por sinal, que já começa a receber os trios elétricos amanhã.
Fotos Agecom
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