A designer de Moda Carol Barreto, que é também professora do Colegiado do Bacharelado em Estudos de Gênero e Diversidade da UFBA e pesquisadora do Núcleo de Estudos Interdisciplinares Sobre as Mulheres / NEIM, proferirá na próxima terça-feira, 25.03, às 19h30, a conferência de abertura do “I Seminário e Workshop – Trançados, Torços e Turbantes da Cultura Afrobrasileira : Estética, Moda, Arte e Religião”, realizado pelo Centro de Culturas Populares e Identitárias - (CCPI) / Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, no Forte de Santo Antonio Além do Carmo/Forte da Capoeira, no Santo Antonio Além do Carmo. A conferência tem como tema a “História da Estética Afro-Brasileira e o Simbólico” e contará com a participação também do presidente da Fundação Palmares, José Hilton Santos Almeida, Hilton Cobra, que é ator, diretor teatral e produtor cultural.
O “I Seminário e Workshop – Trançados, Torços e Turbantes da Cultura Afrobrasileira : Estética, Moda, Arte e Religião”, tem como objetivo promover um momento de estudo e discussão sobre a história da estética negra e também debater o mercado brasileiro e baiano de moda afro e a sua relação com a economia criativa e a estética negra, além de comemorar os 40 anos de fundação do Ilê Aiyê, primeiro bloco afro do Brasil. Trata-se, ainda, de uma das atividades que integram o projeto “Elas por Elas”, evento da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, que homenageia o mês das mulheres.
O Centro de Culturas Populares e Identitárias é encarregado de fomentar e promover as manifestações culturais populares que fortalecem a identidade do Estado da Bahia. Suas políticas se orientam de acordo com o alinhamento do Governo do Estado com o pensamento contemporâneo da Unesco e do Ministério da Cultura, ao adotar a promoção de políticas públicas voltadas para as culturas populares e identitárias.
O “I Seminário e Workshop – Trançados, Torços e Turbantes da Cultura Afrobrasileira : Estética, Moda, Arte e Religião”, tem como objetivo promover um momento de estudo e discussão sobre a história da estética negra e também debater o mercado brasileiro e baiano de moda afro e a sua relação com a economia criativa e a estética negra, além de comemorar os 40 anos de fundação do Ilê Aiyê, primeiro bloco afro do Brasil. Trata-se, ainda, de uma das atividades que integram o projeto “Elas por Elas”, evento da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, que homenageia o mês das mulheres.
O Centro de Culturas Populares e Identitárias é encarregado de fomentar e promover as manifestações culturais populares que fortalecem a identidade do Estado da Bahia. Suas políticas se orientam de acordo com o alinhamento do Governo do Estado com o pensamento contemporâneo da Unesco e do Ministério da Cultura, ao adotar a promoção de políticas públicas voltadas para as culturas populares e identitárias.

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