Balé convida profissionais para discutir o processo
de criação do seu novo trabalho. A atividade é gratuita e
acontece no próximo dia 15 no Piso C do Teatro Castro Alves
Mergulhado no processo de criação de dois novos
projetos, que estreiam no dia 30 de
abril no TCA, o Balé Teatro
Castro Alves convida o público para uma discussão com a presença de
profissionais convidados no dia 15 de
abril (quinta-feira), às 15h,
no Piso C do Teatro Castro Alves.
A atividade, que está relacionada ao trabalho de construção do espetáculo “Irrecusável”, com coreografia
assinada pela artista Clara Trigo,
conta com a presença de Valéria Vicente,
Amélia Conrado e Nadir Nóbrega e tem mediação de Isa Trigo.
A proposta desse encontro é discutir a criação
contemporânea baseada na pesquisa em matrizes populares, com discussões que
valorizem o processo a partir das experiências dos bailarinos da companhia, da
coreógrafa convidada e da contribuição dos convidados para este processo. A
atividade é gratuita, com o limite de 40 vagas ao público interessado. As
inscrições podem ser feitas através do email: btca.formacaodeplateia@tca.ba.gov.br
Isa Maria Faria Trigo
(Mediadora) – Bacharelado e Formação de
Psicólogo pela Universidade Federal da Bahia (1981); mestrado em Artes Cênicas
pela Universidade Federal da Bahia (1998) e doutorado em Artes Cênicas – ambos
pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas -PPGAC/UFBA(2005). Professora
titular da Universidade do Estado da Bahia, UNEB. Pesquisadora e sócia
fundadora da Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas
- ABRACE; membro do Grupo de Pesquisa GIPE-CIT, do PPGAC/UFBA, e coordenadora
do Grupo de Pesquisa CARPA. Atualmente desenvolve pesquisa junto à Associação
de Sambadores e Sambadoras da Bahia. Desenvolve estudos para implantação de
cursos de Licenciatura em Artes e ações em artes na UNEB. Atualmente é
coordenadora, na Plataforma Freire, da CAPES, do Curso de Artes em Primeira
Licenciatura, orientando nove cursos e coordenadores locais em nove municípios
baianos.
Nadir Nóbrega Oliveira
(debatedora) – Possui graduação em
Licenciatura Em Dança pela Universidade Federal da Bahia (1978), mestrado em
Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia (2006) e doutorado em Artes
Cênicas pela Universidade Federal da Bahia (2013). Atualmente é Professora e
Coordenadora de Estágio Supervisionado da Universidade Federal de Alagoas,
Analista de atividades culturais do Instituto do Patrimônio Artístico e
Cultural da Bahia, professor titular - Colégio Estadual Azevedo Fernandes,
mestra da Escola Estadual Raul Sá, mestra da Federação de Trabalhadores da
Bahia e professora de danças de raízes brasileiras da Universidade do Estado da
Bahia. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Dança, atuando
principalmente nos seguintes temas: corpo,educação, arte, dança
afro-brasileira, hereditariedade e coreografia.
Amélia Vitória de Souza
Conrado (debatedora) –
Doutora em Educação pela Universidade Federal da Bahia. Mestre em Educação
(PPGE-UFBA). Especialista em Coreografia pela Escola de Dança da UFBA.
Licenciada em Educação Física pela UFPE. É Professora Adjunta do Departamento
de Educação Física da Faculdade de
Educação da UFBA. Tem experiência na área de
Educação, com ênfase em Pluralidade e Diversidade Cultural, Políticas Públicas
e Prática Pedagógica. As subáreas de estudo e pesquisa envolve relações raciais
e cultura negra; antropologia da dança afro-brasileira e danças populares;
capoeira angola. É dançarina e professora de dança afro e danças populares
brasileiras.
Ana Valéria Ramos Vicente
(debatedora) – Professora de dança do
Departamento de Artes Cênicas da UFPB. Possui mestrado em Artes Cênicas do
Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas da UFBA (2008) e graduação em
Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco (2003).
Integra a equipe de coordenação do Acervo RecorDança. Atua também como
dançarina e coreógrafa. Como pesquisadora de dança, mantém interface com os
Estudos Culturais e pós-coloniais, atuando principalmente nos seguintes temas:
dança, história da dança, videodança, espetáculos, representações urbanas,
maracatu, culturas populares, frevo, comunicação e maracatu rural.
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