Capital baiana também é destaque ao ocupar terceira
posição em destino turístico no período da competição esportiva.
Os
torcedores estrangeiros são donos de 50% dos 170 mil ingressos vendidos para as
seis partidas a serem realizadas em Salvador durante a Copa do Mundo, seguidos
dos soteropolitanos, com 31% das aquisições, e dos baianos do interior do
estado e brasileiros de outras cidades do país, que compraram os 19% restantes.
Além da venda dos ingressos, a capital baiana também é destaque como terceiro principal
destino dos turistas que visitarão o país durante a competição mundial de
futebol.
As
informações foram apresentadas durante a Reunião de Alinhamento e Integração
dos Planos Operacionais para a Copa do Mundo da Fifa Brasil 2014, realizada na
Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem), no Centro Administrativo da Bahia
(CAB). O evento reuniu representantes de diversas áreas do Governo Federal, da
Prefeitura do Salvador, do Governo da Bahia e do Comitê Organizador Local
(COL).
A
abertura do encontro foi feita pelo secretário executivo do Ministério do
Esporte, Luis Fernandes, e a reunião teve como pauta discutir as medidas em
curso nos âmbitos municipal e estadual para que a Copa 2014 aconteça, além de
promover maior entrosamento entre as equipes técnicas envolvidas no
planejamento. Foram abordados os procedimentos que estão sendo desenvolvidos
por todos os órgãos, a exemplo de transporte, mobilidade, aeroportos,
acomodações, receptivo turístico, saúde e vigilância sanitária, segurança,
cultura, meio ambiente, telecomunicações e energia.
Para o
gestor do Escritório Municipal da Copa (Ecopa), Isaac Edington, os números
estimulam ainda mais e melhor a preparação da capital baiana para o evento.
“Estamos na fase de ajustes finais de preparação da cidade para receber os
visitantes e ficamos bastante entusiasmados em saber que vamos receber mais
turistas estrangeiros do que revelavam as primeiras estimativas. Isso pode
gerar dividendos muito positivos para a cidade, evidenciando ainda mais o
caráter turístico e movimentando a economia de Salvador”, conclui Edington.

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