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domingo, 11 de maio de 2014

Existe diferença em ser mãe de filha mulher e de filho homem?


Existe diferença em ser mãe de filha mulher e de filho homem?
Cada filho deve ser criado de forma única, aponta terapeuta escolar

- “Educar é complicado, porque é feito de coisas simples e não sabemos lidar com as coisas simples da vida”-


Entre as famílias brasileiras, é algo comum se dizer que há diferenças em educar meninos e meninas. Muitas mamães divergem sobre o tema; há as que acreditam que a tensão da tarefa de educar é a mesma; outras atestam que as dificuldades são diferentes. O que a terapeuta ocupacional e psicoterapeuta que atua na Escola Tempo de Criança, Claudia Pedral, esclarece é que- independente de os pais terem o hábito de criar de forma diferenciada crianças de sexo oposto - cada filho deve ser criado de sua forma, pois é um ser único com desejos e necessidades específicas. E cabe às mães ficarem atentas!

Para Pedral, que auxilia a escola inclusive no trato com crianças especiais e educação inclusiva, existem muitas diferenças entre esses gêneros que devem ser respeitadas: as biológicas e as que são construídas socialmente. De acordo com a profissional, na sociedade, os papeis já estão predeterminados para cada sujeito. “O homem é dito o provedor e a mulher, é afetiva. Elas são educadas para serem meigas, delicadas. Já eles, encorajados a serem ativos, mais agressivos, independentes. Por isso na hora da educação sempre será diferente a maneira que irá ensinar cada filho. Educar é complicado, porque é feito de coisas simples e não sabemos lidar com as coisas simples da vida”, afirma.

Para Candice Araújo, 33, mãe de uma menina (4 anos) e um menino (13 anos), as dificuldades são as mesmas. “Eu acho que a tensão é a mesma, a preocupação também. A minha dificuldade não é nem no gênero dos dois serem diferentes é mais pela idade. Eu acho que a idade é o mais complicado. Agora, eu sinto que essa diferença é para quem está de fora. Às vezes a gente ouve os comentários: ‘a menina é mais fácil’, mas eu não vejo essa questão na hora do educar”, relata.

Já Luciana Britto, 36, mãe de duas meninas (8 anos e 1 mês de idade) e um menino (5 anos), coloca um contraponto. “Na hora de resolver algum conflito, a conversa difere bastante, porque, pelo menos o meu filho, acho, enfrenta mais, sabe? Não sei se é a personalidade ou pelo fato de ser menino, mas ele enfrenta mais, questiona mais determinada ordem e é mais difícil de ser convencido a fazer aquela coisa. A menina, apesar de ser mais dramática, mulher tem esse ponto, chora mais, então a coisa fica mais melancólica, mas ela compreende mais o castigo, por exemplo, a determinação da coisa, é bem diferente”, avalia.

Cabe às mães, pais e responsáveis, no momento da educação de seus filhos, oportunizar experiências diversas. “É preciso entender o que é diversidade para poder reconhecer e respeitar o espaço de cada um”, diz Pedral. O modo como trata cada gênero é o que faz a maior diferença. “A minha dica é que as mães se apropriem da criação que tiveram para poder educar os seus filhos. Ouçam as crianças para além da sua fala, vejam o seu comportamento. A primeira instância são os pais, a família é o porto seguro de qualquer criança e a mãe tem um papel importante nisso”, finaliza a profissional remetendo especialmente ao Dia das Mães, data que será comemorada no próximo dia 11 de maio.



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