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segunda-feira, 23 de junho de 2014

Táxis: rádios partem para a briga com aplicativos

Aplicativos permitem a passageiro embarcar em até cinco minutos após o chamado

Aplicativos de celular deram cara nova ao serviço de táxis. Tão fácil quanto mandar mensagens, bastam alguns botões e em menos de cinco minutos o passageiro chama e embarca no veículo. A concorrência eletrônica, porém, acendeu o sinal amarelo na Associação das Empresas de Rádio Táxi de Pernambuco (Aert). A Aert, pelas vias judicial e política, questiona o que chama de concorrência desleal dos aplicativos, que operam sem a cobrança de tributos e responsabilidades cobradas às rádios da cidade. Por isso a entidade pede a suspensão ou regulamentação dos aplicativos, que por sua vez alertam para o risco de regras que impeçam a concorrência saudável.

O mesmo debate existe em São Paulo e Belo Horizonte. Na capital mineira, a Assembleia Legislativa, em fevereiro, realizou uma audiência pública para tratar do assunto. No Recife, todas as rádios tiveram queda na quantidade de motoristas cadastrados. Na Coopetáxi Recife são 200 carros. “Setenta saíram para aderir ao Easy Taxi ou 99Taxis”, diz Severino Marques, presidente da cooperativa.

Para lidar com a concorrência, as rádios também aderiram aos aplicativos, algumas como foco no mercado corporativo, como Wappa e Autocab. “Alguns taxistas já começam a voltar, porque a demanda do Easy Taxi e 99Taxi é mais noturna”, afirma.

As rádios reforçam o apelo ao mercado executivo com a garantia de frota em bom estado de conservação, prazo maior para o pagamento e motoristas uniformizados. “A tecnologia dos aplicativos já existia. A diferença é que nós temos custos e somos cobrados pelo taxímetro aferido, cadastro do veículo em dia”, conta Alexander Maia, diretor administrativo da Servitáxi, que conta com 450 carros.

É justamente aí onde aparecem as maiores críticas. Presidente da Associação das Rádios, Nivaldo Cavalcanti é também diretor presidente da Teletáxi, maior rádio local, com frota de 650 carros. “Nada contra. Aplicativos vieram ajudar as pessoas. Mas acho que essas empresas trabalham fora do contexto geral”, diz. Cada rádio, conta, precisa de licença da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), paga impostos à prefeitura e responde legalmente por problemas nas viagens. “Assim vira uma concorrência totalmente desleal”, afirma.

(JCOnline)

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