Depois da audiência realizada na tarde da última quarta-feira entre o Sindicato dos Médicos da Bahia (Sindimed-Ba), representante do Bradesco Saúde e o Ministério Público do Trabalho (MPT), o plano recebeu um prazo de cinco dias para responder se aceita abrir mesa de negociação com os médicos. Até a tarde de sexta, o Bradesco Saúde ainda não tinha se posicionado.
Em nota, o Bradesco informou que reajusta todos os anos o valor dos honorários pagos, muitas vezes acima dos índices gerais da Agência Nacional de Saúde (ANS). Mas de acordo com o Sindimed o reajuste deve ser para cada tipo de procedimento realizado.
Em atendimento às diversas denúncias feitas por consumidores lesados devido à paralisação, a Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-Ba) autuou, na quarta-feira (16), o Bradesco Saúde.
Enquanto o impasse não é resolvido, cerca de 400 mil assegurados do plano estão sem poder utilizar o plano de saúde.
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