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terça-feira, 29 de julho de 2014

Cia. Mote de Teatro apresenta Ode à Loucura

Cia. Mote de Teatro apresenta Ode à Loucura de sexta a domingo no Xisto Bahia. 
Em cartaz até 03 de agosto, espetáculo é uma sátira sobre a loucura. 

Com uma proposta de convidar o público a refletir o que é ser “normal” a Cia Mote de Teatro apresenta Ode à Loucura. Em cartaz no Teatro Xisto Bahia (Biblioteca Pública dos Barris), as sextas e sábados 20h e domingos, 19h, o espetáculo de autoria do também diretor Lucas Passos de Morais, é uma sátira política que ironiza o sistema e as formas como a sociedade estabelece o que é certo ou errado, bom ou ruim, normal ou louco.

No palco, oito residentes de um manicômio judiciário, considerados aptos a conviver novamente em sociedade, aguardam pela liberdade. É a última noite deles que, reunidos em uma sala para assistidos, apresentam ao público suas histórias e os motivos que os levaram à condição de “loucos”.

Ode à Loucura tem no elenco os atores Alberto Abreu, Diva Kardoso, Fernanda Cristall, Filipe Dias, Luana Vieira, Karla Koimbra, Marcos Sampaio e Yuri Rebouças. Os ingressos custam R$20 (inteira) e R$10 (meia). Classificação 16 anos.



Conheça os personagens:



Toco (Yuri Rebolças): Após ter o filho assassinado Toco enfrentou a burocracia e a corrupção da polícia, pagou propina ao delegado e a policiais corruptos para que resolvessem o caso e prendessem o assassino. Porém, nunca logrou êxito. Resolveu fazer justiça com as próprias mãos e investigar por conta própria, tornando-se obsessivo. Ao encontrar um suposto assassino, ele amarra-o numa cadeira e tira com um bisturi o coro cabeludo e utilizando-se de garfo, faca e pimenta e come o cérebro do rapaz. Entretanto, o rapaz assassinado por Toco não é o mesmo que matou seu filho.

Teco (Alberto Abreu): Traficante de drogas, malandro do morro. Teço tem a autoestima superior a sua realidade. Mau caráter é tido como louco, porém tem toda a consciência da realidade. É viciado.



Toca (Luana Vieira): Sofreu cárcere privado. A mãe em seus devaneios acreditava que sua filha não poderia ter contato com outras pessoas. Como vivia em bairro pobre, tinha medo de misturar a raça, já que eram brancas esquálidas. Porém, com seus doze anos, a menina começou a ter o fervor normal dos hormônios. A mãe, então, fervia um ferro quente e queimava a vagina da menina, pensando assim que castrava os seus estímulos sexuais. Por fim, Toca matou a mãe estilhaçando cacos de vidros em suas refeições diárias. Toca tem uma personalidade muito fraca. Sem vida, não costuma compreender o que os outros estão falando.



Téques (Karla Koimbra): Conversa com seres que só ela tem acesso e que para ela são seus amigos reais, diferentes dos vivos. Uma vez, uma dessas pessoas mandou que ela assassinasse todo o público que assistisse determinado filme, em determinado horário e em determinada sala. Então, ela cometeu genocídio. Ao fim, tenta se matar.



Titica (Marcos Sampaio): Um sujeito magro, apático e sem muito interesse pela vida. O seu desinteresse é tão grande que ele fala coisas sem sentido. Sua filosofia é confusa, pois só quem entende é ele. Teve mãe prostituta e pai sacoleiro. Ele tinha contato com o pai poucas vezes no ano. Enfim, vivia só e isolado da sociedade. É professor de filosofia. Se você entender entenda, se não entender não entenda. Abusava do socialismo e do comunismo. Até hoje ninguém sabe por que ele foi parar no manicômio.



Tica (Filipe Dias): Estuprador. Foi bulinado/abusado sexualmente quando tinha seis anos. Estuprou mais de cinquenta mulheres. No dia do enterro do pai, teve um mergulho no seu inconsciente. Então, por vingança, estuprou um homem parecido com o pai. Só assim ele foi denunciado e preso. É elegante e de boa família.



Tãs (Diva Kardoso): Violentada desde criança pelo padrasto pedófilo. Sempre falou com a mãe a respeito dos abusos, mas ela nunca acreditou.  Depois de um tempo e de inúmeros preconceitos sociais (família, religião e mídia), começou a se autoflagelar. Tornou-se suicida.



Tatã (Fernanda Cristall): Ela só existe.



Serviço:



Onde: Espaço Xisto Bahia (ao lado da Biblioteca Pública dos Barris)

Quando:  Sextas (25/07 e 01/08) e Sábados (26/07 e 02/08) - às 20h l Domingos (27/07 e 03/08) - às 19h

Ingressos: R$20 (inteira) e R$10 (meia)

Classificação: 16 anos

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