A perícia
médica constatou que Geovane Mascarenhas de Santana, 22 anos, desaparecido
desde o dia 2 de agosto após uma abordagem policial na região da Calçada, não foi morto a tiros.
O corpo do jovem foi encontrado no Parque São Bartolomeu, decapitado, carbonizado
e com tatuagens e órgãos genitais removidos com um objeto cortante.
O Departamento
de Polícia Técnica (DPT) afirmou em uma coletiva nesta quarta-feira (20), que
exames de DNA comprovaram que uma mão identificada por papiloscopia como
pertencente à Geovane é compatível com o corpo e a cabeça encaminhados para o
IML, dispensando o reconhecimento dos restos mortais por familiares.
Foto: Reprodução/TV
Bahia

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