Translate

INSTAGRAM

INSTAGRAM
@salvadornoticiasofc

Entrevista

Entrevista
O poder da mulher nordestina: "Luciene, a Artesã de Irará"

Salvador Notícias foi conferir show do A-Ha em Salvador

EXCLUSIVO! Caso Joevellyn: De volta pra casa!

Curiosidades Amamentação

Seja bem-vindo. Hoje é

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Encerramento da Bienal da Bahia‏



Um café da manhã comunitário, um cortejo musical e diversas ações nas áreas de criação visual, teatro, dança e performance vão marcar neste domingo, 7 de setembro, o encerramento oficial da 3ª Bienal da Bahia. Durante cerca de 100 dias, o evento mobilizou a cidade de Salvador e outros municípios baianos com uma programação focada em diferentes formas de diálogo com o público, estimulando  novas linguagens artísticas e a busca de um formato fora do convencional. A Bienal foi realizada pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia/ Secult-BA, sob coordenação do Museu de Arte Moderna.

A programação de encerramento do evento estará concentrada no Largo Dois de Julho, no Centro da cidade, a partir das 9 horas, quando começa o “café da manhã coletivo”. A proposta é que cada pessoa do público compareça à Vila Coração de Maria (Rua Democrata 12, Bairro 2 de Julho) levando a sua própria comida, num piquenique festivo. A partir das 13 horas, as ações artísticas de encerramento da Bienal, com apresentações de grupos de teatro, música e performance, têm início no Coreto do Largo Dois de Julho. Finalmente, de 16 horas até à noite, as ruas do bairro serão palco do Cortejazz – É Nordestino?, cortejo musical liderado pelo músico Ivan Huol, com participação de diversos outros músicos convidados, que brinca com a principal indagação/conceito feita pela Bienal ao longo dos seus três meses de realização.  Os restaurantes e bares do bairro estarão também envolvidos na programação, sediando exibições de projetos visuais.

A 3ª Bienal da Bahia promoveu a retomada de um dos mais importantes eventos artísticos já realizados em Salvador. O retorno se deu quase meio século depois da última edição do evento, interrompida bruscamente pela Ditadura em 1968. Como acentuou na época do lançamento o curador-chefe Marcelo Rezende, “a Bienal propõe o resgate de sua história e memória, sem deixar de lado a necessidade de atualizar as intenções originais das primeiras edições do evento”.



 E isso de fato aconteceu. Ocupando 47 espaços em Salvador, dos mais tradicionais aos mais inusitados, e enveredando por 22 outros municípios baianos, a 3ª Bienal da Bahia mobilizou 336 participantes (entre artistas e pessoas das mais diversas áreas do conhecimento, que interagiram em ações e debates artísticos), além de convidados de 22 países, que realizaram residência artística, projetos especiais e exposições.



Público de 80 mil pessoas

Ao longo desses três meses de intensa programação (só reduzida em seus lançamentos e aberturas de mostras no período da Copa do Mundo), a Bienal conseguiu também seduzir o público. Contabilizando apenas os principais espaços de Salvador (museus, galerias, igrejas etc) e as ações empreendidas no interior do Estado, o evento teve um público médio de 80 mil pessoas. O mais interessante foi a capacidade que esse público teve em absorver e participar ativamente de toda a programação, que foi bem além do circuito tradicional artístico baseado em exposições, distribuindo-se em encontros, palestras e atividades que proporcionam o debate sobre os diferentes modelos de bienais no Brasil e no mundo, estimulando o convívio entre as diferentes linguagens artísticas, integrando espaços pouco convencionais.



Em seu projeto curatorial, a terceira edição do evento propôs a discussão a partir de uma temática central: ‘É tudo Nordeste?’.  Em torno desse tema, a bienal transcorreu como um processo vivo, com exibições de filmes, performances, atividades educacionais e encontros/interações com artistas da Bahia, do Brasil e de diversos países. “É uma abordagem na qual qualquer expressão cultural e artística foi considerada e em diversas perspectivas, para além dos muros dos espaços institucionalizados”, avalia Marcelo Rezende.

0 comentários :

 

Solenidades

Gastronomia

Eventos

Teatro

SALVADOR NOTÍCIAS
©Todos os direitos reservados desde 2000-2025 / Salvador - Bahia / . Contato: redacao@salvadornoticias.com
- Topo ↑