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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Qual a função do gesso quando quebramos algum osso?

Sabemos que nossos ossos tem várias funções e uma das principais é a sustentação do corpo e dentre outras é a realização de movimentos, proteção dos órgãos e produção de elementos celulares do sangue.
Assim como a pele o osso também estão em constante regeneração. Em seu centro existe a medula, onde ali é responsável por toda a produção das células e dos glóbulos brancos e vermelhos. Os minerais como o cálcio e fósforo são combinados de uma forma cristalizada em uma estrutura com padrão única de tiras em diagonal que permite suportar grandes pesos, por isso não é fácil quebrar um osso.
Quando sofremos fraturas, sentimos muita dor e as funções ósseas ficam comprometidas. E por nosso corpo ser extremamente inteligente e conseguir exercer funções de reposição automaticamente, o nosso organismo quando entende a mensagem de fratura óssea ele dá o início de um trabalho natural de regeneração.
Durante o processo de regeneração os movimentos dos ossos são controlados, logo se a restauração está sendo feita, mover a região afetada pode causar mais danos nas regiões vizinhas do osso e atrapalhar seriamente o processo. Existem vasos sanguíneos, nervos e outros tecidos que rodeiam os ossos e que podem ser danificados nestes casos.
OU SEJA, os gessos são colocados para que a gente limite os nossos movimentos e para que as células de regeneração possam trabalhar. Além disso, a maioria das fraturas pode ser restaurada com sucesso se as pontas ósseas forem reposicionadas e imobilizadas enquanto cicatrizam.
Posted: 01 Sep 2014 04:00 AM PDT
O surgimento dos primeiros cursos de inglês em nosso país está intimamente ligado com a história do país. Por ter sido uma colônia de exploração, o idioma nativo, no caso dos índios, foi preterido em favor do português, idioma dos colonizadores. Com o tempo e a vinda da família real portuguesa para o Brasil em 1808, muitas coisas começaram a mudar por aqui.
O Brasil era praticamente desconhecido pelo resto do mundo até 1500 e mesmo após Pedro Álvarez Cabral chegar aqui, nossa terra era utilizada apenas como local de extração de bens naturais. Com a mudança da corte portuguesa para as terras tupiniquins, o comércio entre o Brasil e os demais países, especialmente europeus, foi necessário e assim surgiu a necessidade de ensinar novos idiomas para nosso povo.
  • Primeiras escolas de idiomas
Em 1809, D. João VI, então monarca de Portugal e, consequentemente do Brasil, decretou a criação das primeiras escolas de línguas estrangeiras do nosso país, especificamente uma de inglês e outra de francês. As alianças realizadas com a Inglaterra que possibilitaram a fuga da família real instituíram fortes contatos comerciais entre o país e Portugal, e assim necessitava-se de pessoas que falassem e entendessem o idioma inglês no Brasil.
Apesar da criação dessas e outras escolas ainda no século XIX, o avanço no quesito escola de inglês só ocorreu após a Revolução Industrial, na década de 30, quando foram criados os primeiros cursos da Sociedade Brasileira de Cultura Inglesa. Já as grandes redes de ensino de idiomas só apareceram na década de 60, com o desenvolvimento de novos métodos de ensino que modernizaram as aulas em nosso país.
Por Maristela Duarte – São Paulo/SP

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