A Organização Mundial de Saúde estimou que o Ébola atingirá um pico de entre 5.000 e 10.000 novos casos por semana no início de dezembro. A agência das Nações Unidas
estima também que a partir desse pico o número de infetados comece a
diminuir paulatinamente graças às ações da luta contra a infeção que
estão a ser aplicadas.
"Estou grato pelo empenho do pessoal civil e militar dos Estados membros, pelo material e pelo dinheiro, mas estou muito, muito preocupado que tudo isso não seja, nem de perto, suficiente para parar o Ébola. A melhor forma de proteger as pessoas dos países não infetados é ajudar a Guiné, a Libéria e a Serra Leoa a parar o Ébola agora, onde ele está", disse Anthony Banbury, chefe da missão da ONU para o combate ao Ébola.
Segundo a mesma fonte, a taxa de mortalidade da epidemia situa-se nos 70% nos três países da África ocidental mais afetados. Em teoria, os dados apontam para uma taxa de sobrevivência de 50%, mas os números mascaram a realidade.
Nina Pham, a enfermeira infetada com o vírus Ébola nos Estados Unidos, afirmou que se sente bem, segundo um comunicado divulgado pelo hospital onde trabalha. Em Espanha a auxiliar de enfermagem também infetada com o vírus do Ébola registou uma "leve melhoria no seu estado clínico" e encontra-se estável, disse o diretor geral do Hospital Carlos III, onde está internada.
Euronews
"Estou grato pelo empenho do pessoal civil e militar dos Estados membros, pelo material e pelo dinheiro, mas estou muito, muito preocupado que tudo isso não seja, nem de perto, suficiente para parar o Ébola. A melhor forma de proteger as pessoas dos países não infetados é ajudar a Guiné, a Libéria e a Serra Leoa a parar o Ébola agora, onde ele está", disse Anthony Banbury, chefe da missão da ONU para o combate ao Ébola.
Segundo a mesma fonte, a taxa de mortalidade da epidemia situa-se nos 70% nos três países da África ocidental mais afetados. Em teoria, os dados apontam para uma taxa de sobrevivência de 50%, mas os números mascaram a realidade.
Nina Pham, a enfermeira infetada com o vírus Ébola nos Estados Unidos, afirmou que se sente bem, segundo um comunicado divulgado pelo hospital onde trabalha. Em Espanha a auxiliar de enfermagem também infetada com o vírus do Ébola registou uma "leve melhoria no seu estado clínico" e encontra-se estável, disse o diretor geral do Hospital Carlos III, onde está internada.
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