O aplicativo SIPP - Sistema de Informação para Proteção de Pessoas, criado pelo diretor do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), delegado Jorge Figueiredo, foi o segundo colocado entre os projetos participantes da sexta edição do Prêmio de Boas Práticas, cuja solenidade de entrega dos troféus ocorreu na segunda-feira (3), no Teatro Castro Alves. Concorrente ao Prêmio Servidor Cidadão, outra iniciativa do Governo do Estado em comemoração ao Dia do Servidor, Marcelo Peixoto de Almeida, lotado no Gabinete do Delegado Geral (GDG) da Polícia Civil obteve a sétima colocação, com o Projeto Raízes de Gangazumba.
Jorge Figueiredo e Marcelo Peixoto receberam seus respectivos troféus no palco do TCA, com as presenças do subsecretário da Segurança Pública, Ari Pereira, do delegado-geral, Hélio Jorge Paixão, e do Comandante Geral da Polícia Militar, coronel Alfredo Castro. Criadas pelo Governo do Estado, as duas premiações visam incentivar ações inovadoras no ambiente de trabalho e ações de voluntariado que contribuem para melhorar a vida na comunidade.
Aplicativo criado para auxiliar o trabalho da polícia na identificação de criminosos e localização de pessoas desaparecidas, o SIPP está disponível para download, gratuitamente, nas principais lojas de aplicativos para smartphones. Para os usuários de Iphone, o SIPP pode ser baixado pelo navegador, digitando o endereço: http://app.vc/dhpp_ba.
“A interface do aplicativo também traz informações sobre unidades policiais do interior do estado, tornando a ferramenta, criada inicialmente para auxiliar nas investigações do DHPP, útil a todos os departamentos da Polícia Civil”, salienta Jorge Figueiredo.
Capoeira
Atividades como capoeira, dança afro, maculelê e samba de roda, além de aulas de história, com enfoque na cultura afrobrasileira, são oferecidas à comunidade do Vale das Pedrinhas, por meio do Projeto Raízes de Gangazumba, desenvolvido por Marcelo Peixoto, há 17 anos. Ele coordena uma equipe de 12 colaboradores do projeto, que funciona na sede da Creche Darlanzinho, atendendo atualmente 85 pessoas, entre as quais crianças a partir de cinco anos de idade.
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