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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Juliana Ribeiro leva seu show Preta Brasileira para o Largo Pedro Archanjo


Após estrear no Teatro Solar Boa Vista, a cantora e compositora apresenta seu novo espetáculo, no Pelourinho, dia 23 de janeiro.

Após aplaudida estréia no Solar Boa Vista, o show Preta Brasileira da artista Juliana Ribeiro segue temporada com apresentações no Largo Pedro Archanjo nos dias 23 de janeiro e 6 de março, às 21 horas. As datas anteriormente divulgadas no Solar Boa Vista foram canceladas (16/1 e 20/2) e agora a artista segue sua temporada de verão em novos dias no Pelourinho.

O show no Largo Pedro Archanjo segue o desejo da cantora de dialogar com o cenário turístico da cidade, seguindo dentro da proposta da campanha da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) “É Verão, Ocupe seu Espaço”, que vem provocando o artistas a ocupar os espaços culturais sob a gestão da SecultBA, entre os quais estão tanto o Teatro Solar Boa Vista quanto o Largo Pedro Archanjo.

Neste segundo show, Juliana Ribeiro recebe como convidada a cantora e compositora Dhi Ribeiro, nascida no Rio, criada em Salvador e que veio a adotar Brasília como sua cidade. Ela chega para mostrar sua voz marcante e sua força como intérprete, que ficou conhecida no Brasil após emplacar o sucesso “Para uso exclusivo da casa” na trilha sonora da novela Lado a Lado, da Globo.

Dhi Ribeiro faz, sobretudo, samba e tem na cantora Alcione sua grande inspiração musical. Além da carreira solo com um álbum lançado, "Manual da Mulher”, ela integra o grupo vocal feminino Nós Negras, cuja proposta é homenagear as grandes divas negras do samba brasileiro. Dhi Ribeiro iniciou sua carreira em bares, trios elétricos e foi artista num circo italiano por três anos. Ela costuma dizer que leva sua vida indo onde a musica a levar.

A intenção de Juliana Ribeiro é dar voz às “pretas brasileiras”, a começar por ela que, por meio da poesia, da música e do teatro, traz à cena um show de proposta multi-artística, em que músicas são interpretadas pelos personagens que brotam das canções e aparecem no palco personificados pela artista e seu parceiro Pedro de Rosa Moraes. 

Já a poesia se mistura às canções criando momentos de encantamento no show. Vinicius de Moraes, Paulo Leminski e Cecília Meirelles são os parceiros poéticos escolhidos pela cantora. O verão de Juliana Ribeiro mais uma vez utiliza a música como pano de fundo para reverenciar outras formas de arte e para falar de temas que, embalados pela poesia, ganham força. 

No repertório, Juliana está lançando quatro canções inéditas; a  homônima “Preta Brasileira”, de sua autoria, “Canto de Olorum”, de Gerônimo, “Cantador do Sertão”, de Seu Reginaldo Souza, e “Rainha Ginga”, uma homenagem da artista à eterna Clementina de Jesus, em parceria com Lia Chaves.

A canção “Preta Brasileira” fala de miscigenação racial e das inúmeras denominações para os tons de pele do brasileiro. A letra é irreverente e fala da mulher negra contemporânea, inspirada na própria vivência da artista.

Em destaque, outras duas músicas consagradas no cenário nacional engrandecem o show: “Carcará” (João do Valle e José Cândido, 1964), que ganha nova roupagem e ancora um discurso reflexivo da cantora contra a prostituição infantil no nordeste brasileiro; e “Galope”, canção composta por Gonzaguinha em 1974 e que remete ao Baião, ritmo universalizado no país por Gonzagão, pai do cantor. A obra visceral do mestre Gonzaguinha dialoga com a trama poética e teatral traçada por Juliana Ribeiro. 

Projeções fotográficas de Gal Meirelles, doutora e antropóloga, são parte da cenografia do espetáculo. A exposição ‘A Cor do Invisível’ dialoga com outros elementos cênicos escolhidos para compor o show. 

A pesquisa focada nas raízes do samba permanece norteando o trabalho de Juliana Ribeiro. Desta vez, ela traz para o palco ritmos ancestrais como vissungo (dialeto ainda falado no sudeste brasileiro), o côco de roda, o  maxixe, chamado pela artista de avô do samba. Zé Ketti, Paulinho da Viola, Sinhô, Roque Ferreira fazem parte do set list da artista. 

Uma homenagem afetiva também marca a temporada da cantora. Neta de Herondino Ribeiro, um dos 11 estivadores que fundaram o Afoxé Filhos de Gandhy, a cantora irá reverenciar os 66 anos de existência do grupo.

 Os músicos André Tigana, Luciano Chaves, Tedy Santana e Sérgio Müller acompanham a artista nessa odisseia poética e teatral, que tem direção musical de Duarte Velloso e Ricardo Hardmann.



Mais Juliana

Juliana Ribeiro é uma artista expoente no cenário da música brasileira. Dona de uma aplaudida performance de palco e admirada pela bela voz, Juliana também surpreende quando faz da música um veículo de divulgação da pesquisa como historiadora e mestre em Cultura e Sociedade, que desnuda as origens do samba. Por ela, a origem do samba é narrada através da própria música. Julianaapresenta um repertório que engloba três séculos de canção, (XIX à XXI) contando a história do samba através de ritmos diversos como o Lundu, o Jongo, o Maxixe, os Sembas Angolanos, o Batuque e os Sambas-de-Roda.



A carreira solo, iniciada em 2007, é marcada por apresentações em grandes palcos: Teatro Castro Alves, Concha Acústica, Teatro SESC , SESI, Gamboa Nova, Livraria Cultura – Eva Herz, Teatro IRDEB, Parque da Cidade, Largos e Praças do Pelourinho, Música no Porto,Bloco Afro Ilê Aiyê, trios elétricos Amor e Paixão, Soweto e Parada Gay de Salvador. Já dividiu palco com grandes nomes da MPB como Riachão, Nelson Rufino, Paula Lima, Sandra de Sá, Edil Pacheco, Roberto Mendes, Tereza Cristina, Leci Brandão, Jota Veloso, Dudú Nobre, entre outros.



Ficha técnica

Direção artística e concepção: Juliana Ribeiro

Direção musical: Duarte Velloso e Ricardo Hardmann

Músicos: Luciano Chaves, Tedy Santana, André Tigana e Sérgio Müller

Participação teatral: Pedro de Rosa Moraes



Serviço:

O quê: “Preta Brasileira”, de Juliana Ribeiro

Quando: 23 de janeiro e 6 de março, 21h

Onde: Largo Pedro Archanjo - Pelourinho

Quanto: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)

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