O treinador Vagner Mancini esclarece as informações publicadas pelo jornal Zero Hora, deste domingo (25 de janeiro), na matéria intitulada como “A cicatriz da segundona”, escrita pelo repórter Luiz Zini Pires.
“Disse ao jornalista que tive grandes treinadores e citei, durante a entrevista, Enio Andrade, Leão, Felipão, Parreira, Evaristo, Minelli, e não somente o Felipão, do qual tirei grandes ensinamentos também, mas todos os nomes me mostraram muito sobre a profissão de técnico de futebol. Em relação aos clubes, em 2011 deixei o Ceará em 11º lugar e em 2012, comandei os 15 primeiros jogos do Sport. Na entrevista disse que os jogadores brasileiros deveriam jogar mais coletivamente, porém, temos um problema cultural nisso, na formação desses atletas, onde o que tem mais técnica é privilegiado taticamente. Sobre os treinadores, jamais falei que estamos defasados, disse que teríamos que ter aqui cursos mais qualificados que ajudassem o treinador brasileiro a concorrer em igualdade no mercado internacional, onde já encaramos o problema do idioma”, explicou Mancini, primeiro vice-presidente da FBTF (Federação Brasileira de Treinadores de Futebol).
“Com os companheiros da FBTF, estou encabeçando um grupo de trabalho que visa criar um curso de formação para treinadores. Com aulas presenciais, à distância (pela Internet) e práticas. Já conseguimos o apoio de universidades, estamos debatendo a grade curricular e alguns aspectos que envolvem as necessidades daqueles que querem buscar essa formação”, concluiu Mancini.

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