O Parque Tecnológico da Bahia, que completa três anos de funcionamento em setembro, passa a ser gerido em novo formato. A nova equipe, composta por cinco profissionais da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), busca uma maior interação das empresas com a coordenação, proporcionando novas possibilidades no desenvolvimento de projetos de pesquisas e na criação de produtos.
O coordenador de Inovação e Competitividade da Secti, Handerson Leite, destaca as estratégias que serão adotadas pela nova gestão. “Meu papel é transformar o parque em sinônimo de tecnologia, ou seja, quando se pensar em tecnologia na Bahia, pensa em Parque Tecnológico”.
Para isso, segundo ele, será preciso “tempo, maturação e muito trabalho, não só no plano da comunicação, mas também no plano da atração dos movimentos dos diversos setores da sociedade empresarial, estudantil, da academia universitária, de forma que isso possa criar uma rede de entrelaçamento”.
A intenção, como afirma o superintendente de Inovação da Secti, Thomas Buck, outro integrante da equipe, “é dar uma roupagem nova, mais moderna e dinâmica ao Parque Tecnológico. Dentro desse contexto de modernidade se encaixa o plano de ocupação física do Tecnocentro, o Masterplan - estudo desenvolvido com base em análises nas condições físicas, legais e ambientais. O diretor de Infraestrutura para o Desenvolvimento Científico da Secti, Ernesto Carvalho, explica que, neste momento estão sendo revisadas “as áreas de urbanismo, arquitetura, meio ambiente e infraestrutura do parque”.
De acordo com a diretora de Inovação e Competitividade da secretaria, Mara Souza, o processo para entendimento do novo modelo de gestão foi elaborado sob a tutela do secretário Manoel Mendonça. “Hoje, temos gente pensando na infraestrutura, em como fazer o funcionamento do dia a dia do Parque, atração e articulação das empresas. Então, estamos trabalhando em um plano de articulação, buscando recursos em todos os âmbitos para transformar o Parque não num prédio ocupado por diferentes empresas, mas, sim, em um organismo vivo”.
A mudança na gestão, contudo, não interfere, na estrutura do parque. Isso é o que garante o coordenador executivo do Tecnocentro, Antônio Padilha. “Estamos trabalhando para melhorar a estrutura e corrigir outros pontos. Vamos dar condições de melhorar a habitabilidade para empresas que estão lá instaladas e uma série de outras condições que temos que estabelecer agora para que o seu funcionamento pleno”.

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