De acordo com investigações a aeronave do voo MH17, da Malaysia Airlines, desaparecido em julho de 2014 foi abatida por um míssil BUK de fabricação russa disparado da região leste da Ucrânial dominada por rebeldes pró-Rússia.
Segundo informações do jornal holandês, Volskrant, a Agência Holandesa de Segurança (OVV) divulgará o relatório no final desta terça-feira (13). 298 pessoas morreram na queda do avião, um Boeing 777.
Durante os 15 meses de investigação, um relatório que inclui mapas do local da catástrofe, campos próximos a localidade ucraniana de Grabove, na região de Donetsk, foi elaborado. A região, que ainda é controlada por separatistas pró-Russia, foi palco de inúmeros conflitos entre as forças de Kiev e os rebeldes, em julho do mês passado.
Ainda de acordo com o jornal Volskant, a investigação contestou as declarações de Moscou, de que o avião foi atacado por um míssil das tropas ucranianas. Duas fontes do jornal informaram que "os mísseis BUK são produzidos na Rússia".
Segundo informações do jornal holandês, Volskrant, a Agência Holandesa de Segurança (OVV) divulgará o relatório no final desta terça-feira (13). 298 pessoas morreram na queda do avião, um Boeing 777.
Durante os 15 meses de investigação, um relatório que inclui mapas do local da catástrofe, campos próximos a localidade ucraniana de Grabove, na região de Donetsk, foi elaborado. A região, que ainda é controlada por separatistas pró-Russia, foi palco de inúmeros conflitos entre as forças de Kiev e os rebeldes, em julho do mês passado.
Ainda de acordo com o jornal Volskant, a investigação contestou as declarações de Moscou, de que o avião foi atacado por um míssil das tropas ucranianas. Duas fontes do jornal informaram que "os mísseis BUK são produzidos na Rússia".

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