Os funcionários das empresas do Polo Petroquímico de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), ameaçam entrar em greve por tempo indeterminado caso o Sinpeq (sindicato patronal) não retome as negociações da campanha salarial, interrompidas em outubro. Para falar sobre esse assunto, o Sindicato dos Trabalhadores do Ramo Químico do Estado da Bahia (Sindiquímica) convoca os profissionais da imprensa para uma entrevista coletiva a ser realizada na segunda-feira (14), às 15h, no auditório da entidade (Rua Marujos do Brasil, 20), Tororó.
Na tentativa de pressionar o patronato a dar continuidade às negociações, o Sindiquímica promoveu greve de um dia em dez empresas do setor, entre os dias 24 de novembro e 04 de dezembro. A paralisação atingiu as unidades da Acrinor, Estireno, PVC, PE2 (Braskem), Oxiteno, Elekeiroz, Deten, Monsanto, Basf e Cristal e contou com a adesão total da categoria. Apesar das mobilizações, o Sinpeq decidiu manter sua posição de não abrir as negociações. Por conta disso, a categoria ameaça deflagrar greve nas fábricas petroquímicas com parada de produção.
Serviço: Coletiva de Imprensa
Quando: segunda-feira 14 de dezembro, às 15h
Local: Auditório do Sindiquímica (Rua Marujos do Brasil, 20, Tororó)
Objetivo: Greve dos funcionários das empresas petroquímicas do Polo de Camaçari

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