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quarta-feira, 14 de março de 2018

Mulheres recebem atenção e cuidados na rede de saúde do município



As visitas ao consultório médico geralmente não são tão agradáveis. Elas vêm acompanhadas quase sempre de algumas queixas, como dores, ou recheadas de inseguranças e incertezas – se vamos sair daquele ambiente com um sorriso no rosto ou com a tristeza no olhar. Para minimizar os traumas, principalmente para as mulheres, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) vem atuando de forma incessante para dar mais acolhimento, conforto, segurança e abrigo para essas mulheres dentro e fora dos consultórios médicos.



O foco está tanto no tratamento quanto na prevenção de doenças, assim como na garantia dos direitos básicos à saúde feminina, como os sexuais e reprodutivos. É prestada assistência contra as doenças crônico-degenerativas, detecção precoce dos cânceres do colo do útero e mama, além no incentivo ao parto natural, amamentação e auxílio nos cuidados com o recém-nascido. Para que esses e outros atendimentos aconteçam de forma adequada, existem serviços como os oferecidos pela Atenção Primária à Saúde (ABS).



Nos postos de saúde, as equipes são capacitadas para atenderem as pacientes de forma clínica e acolhedora – dessa forma, a mulher se sente cuidada e protegida. A ABS é realizada em 122 postos, entre Unidades Básicas de Saúde (UBS) e de Saúde da Família (USF) espalhadas pela capital. Nelas há o cuidado preventivo, com a realização frequente dos exames de rotina para que a doença não se instale, ou seja, tratada logo no início. As ações envolvem atendimentos multiprofissionais com médicos, enfermeiros, parteiras, auxiliares e agentes comunitários.



Importância da prevenção – Segundo a subcoordenadora materno-infantil da Diretoria de Atenção à Saúde, Caliandra Viana, a prevenção é fundamental, “pois as interferências na vida da mulher são mínimas”. Com a doença já instalada, os cuidados são maiores, além do custo elevado para alguns tratamentos. Algumas das enfermidades têm chances de 90% de cura se detectadas no início, por isso é essencial a realização de exames de rotina.



“Nossa meta é a promoção da saúde para que essa mulher não venha a adoecer. Para isso, realizamos o acompanhamento familiar, temos o planejamento reprodutivo, que pode ser feito por qualquer mulher que iniciou a atividade sexual e o acompanhamento nessa unidade para as crianças de até mais menos dois anos, com consultas mensais e, depois, a cada dois meses”, destaca Caliandra.



Além do atendimento acolhedor, as consultas médicas contam com informação em grupo e individual, atualização do esquema vacinal, estímulo ao uso do preservativo como dupla proteção, mesmo que ela use outros métodos contraceptivos, e avaliação do risco sexual. 

A assistência à mulher acontece durante toda a vida e é fundamental que esse acompanhamento se intensifique com o início da vida sexual. Quando possível, fazer parte de ações como a de Planejamento Reprodutivo, para que a cidadã evite uma gravidez indesejada e possa planejar a própria família e o momento ideal para ter filhos.

Para isso, as USF’s e UBS’s, realizam atendimentos e a entrega de contraceptivos: camisinhas feminina e masculina, contraceptivos oral e injetável, minipílula (ideal para quando a mulher está amamentando), pílula de emergência (em casos de estupro), DIU e diafragma. Porém, a mulher deve passar pelo atendimento específico antes de receber os anticoncepcionais.

UPAS de referência – UPAs de Valéria (Valéria), Hélio Machado (Itapuã) e Adroaldo Albergaria (Periperi), além do Pronto Atendimento  Alfredo Bureau (Marback/Boca do Rio). A lista com os demais postos de saúde podem ser conferidos no site www.saude.salvador.ba.gov.br/mapa-da-saude/.


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