A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) esclarece que o Hospital Alayde Costa é uma unidade privada, que reiteradamente não vinha cumprindo as metas estabelecidas no contrato com o Governo do Estado que contemplava 20 leitos de terapia intensiva e 60 de enfermaria, bem como havia inconformidades estruturais que impediam o atendimento adequado aos pacientes.
Dentre os itens apontados nas fiscalizações feitas por técnicos da Sesab, destaca-se a necessidade de substituição de colchões rasgados, piso e mobiliários, pintura, infiltrações na UTI e enfermarias, adequação do serviço de nutrição e sala de pequenos procedimentos, conserto de ar condicionado, dentre outros.
Outra questão foi a greve deflagrada pelos funcionários e posteriormente dos médicos, que restringiu o atendimento sobremaneira. Cabe ressaltar que o Governo do Estado realizava pagamentos regulares e consecutivos, tendo o gestor da unidade o prazo de até 120 dias para adequar a unidade, o que não foi realizado. Deste modo, a única alternativa foi rescindir o contrato.
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