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segunda-feira, 7 de maio de 2018

Hospital São Rafael realiza campanha interna de combate à Influenza

Com a mudança de estação chega também a preocupação com o aumento da circulação de vírus, como o da Influenza, causador da H1N1, cujo número de casos já preocupa a Secretaria Estadual de Saúde, cujo último boletim epidemiológico emitido nos colocaria em segundo lugar em número de óbitos pela doença no País. Atento à evolução dos casos na Bahia, o Hospital São Rafael (HSR) está conscientizando pacientes, colaboradores e visitantes, por meio de uma campanha voltada, prioritariamente, ao seu público interno, mediante fixação de cartazes pelos setores e ambientes de internação; distribuição de material educativo aos pacientes e visitantes; além da veiculação de conteúdo educativo nas redes sociais, site e TV digital, dentre outros.

A gerente médica e infectologista do Hospital, Ana Verena Mendes, explica que, pelo fato da unidade de saúde ser referência em tratamento de pacientes oncológicos, a iniciativa se dá, principalmente, pela preocupação com as medidas de proteção ao paciente internado e que devem ser observadas, tanto pelos profissionais ligados aos cuidados ao paciente, quanto aos familiares e visitantes que, ao menor sinal de gripe, devem evitar o contato com o paciente internado. “O cuidado com essas pessoas deve ser redobrado, pois, muitas vezes, por estarem com o sistema imunológico vulnerável, elas estão mais suscetíveis a contrair a gripe, como também a ter as complicações decorrentes dela”.

Ainda de acordo com Ana Verena, embora o vírus da Influenza seja transmitido da mesma maneira que os vírus causadores de um resfriado comum, ou seja, pelo ar, saliva ou através de objetos contaminados, esta doença tem suas particularidades, uma vez que os sintomas são mais intensos e, se não tratados de forma rápida, podem causar até morte especialmente em populações idosas, portadoras de doenças crônicas e com deficiências na imunidade. “Febre acima dos 38º C, dores no corpo, na garganta e de cabeça, tosse seca, espirros, calafrios e fadiga são os principais sinais de quem está com a doença, podendo ainda apresentar quadros de vômitos e diarreia”, detalha a infectologista.

Segundo a médica, além da vacina anual, lavar as mãos com água e sabão ou higienizá-la com álcool em gel a 70% continua sendo um dos métodos mais eficazes para prevenir a doença. “Cabe ainda destacar a importância de não compartilhar objetos de uso pessoal, evitar o contato muito próximo com alguém infectado, manter-se hidratado e evitar frequentar lugares fechados e com muitas pessoas, no período de maior circulação do vírus”. Ressalta, por fim, que, no caso de adoecimento, é fundamental não se automedicar e consultar o médico o mais depressa possível, pois a Secretaria de Saúde disponibiliza o tratamento para os casos graves e populações especiais.

Vacinação

Na Bahia, a Campanha Nacional de Vacinação contra a H1N1 teve início no último dia 23, tendo o dia 12 de maio como o Dia D de mobilização nacional. A meta é vacinar, nos postos municipais de saúde, 90% do público-alvo, que é formado por: pessoas a partir dos 60 anos; grávidas a partir das 12 semanas; mães com até 45 dias após o parto; crianças de seis meses a cinco anos; portadores de doenças crônicas não transmissíveis; trabalhadores da saúde; população indígena; pessoas privadas de liberdade e funcionários do sistema prisional. Quem não faz parte desse grupo, pode obter a vacina na rede privada, a exemplo do laboratório do Hospital São Rafael, em São Marcos, bem como nas unidades laboratoriais do HSR em Brotas e em Vilas do Atlântico, de forma particular.

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