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sábado, 22 de setembro de 2018

SUS vai liberar 600 vagas para a regulação


Serviço de desospitalização pelo
SUS vai liberar 600 vagas para a regulação.

Com o objetivo de ampliar o giro dos leitos hospitalares, cuja consequência imediata é o aumento da oferta de vagas para a Central Estadual de Regulação (CER), foi realizado nesta quinta-feira (20), em Salvador, um encontro com os diretores de hospitais estaduais para apresentar detalhes do programa de desospitalização da SESAB.

O secretário da Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas, ressaltou que o Governo do Estado prevê investimentos anuais da ordem de R$ 26,6 milhões para execução de serviços de saúde no domicílio. “Atualmente 374 pacientes encontram-se assistidos pelo programa e a meta é expandir”, afirma o secretário. Ele ainda destacou o ganho de qualidade. “Mais que a economia para o estado, uma vez que em um hospital o custo de um paciente é de R$29 mil a R$37 mil e na Atenção Domiciliar é de cerca de R$12 mil, essa iniciativa representa uma melhor qualidade de vida para o paciente", pontua Fábio Vilas-Boas.

De acordo com o Secretário, juntamente com outras ações, como a abertura do Hospital Alayde Costa e do Centro de Hemodiálise do Subúrbio, o serviço de atenção domiciliar conseguiu oferecer cerca de 800 leitos à Central Estadual de Regulação. “A meta é fazer com que o paciente entre e saia da tela da regulação em até 24 horas", afirmou.

O credenciamento das empresas abrange as nove macrorregiões do estado da Bahia, sendo que o serviço já está ativo em 31 municípios, a exemplo das cidades de Barreiras, Luís Eduardo Magalhães, Santa Maria da Vitória, Ibotirama, Vitória da Conquista, Brumado, Guanambi, Caetité, Jequié, Ilhéus, Itabuna, Salvador, Santo Antonio de Jesus, Cruz das Almas, Irecê, Jacobina, Ribeira do Pombal, Valença, Feira de Santana, Camaçari, Alagoinhas, Porto Seguro e Eunápolis. As equipes dos serviços credenciados estão vinculadas às unidades hospitalares habilitadas pelo Ministério da Saúde e tem a garantia de retorno à unidade de referencia sempre que necessário.

Os pacientes são assistidos em casa por equipes multidisciplinares, formadas por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas e assistentes sociais, bem como fonoaudiólogos, nutricionistas, odontólogos, psicólogos, farmacêuticos e terapeutas ocupacionais. Eles tem garantido um conjunto de ações de prevenção e tratamento de doenças, reabilitação, paliação (cuidados paliativos) e promoção à saúde, garantindo continuidade da assistência.

Esta nova modalidade assistencial potencializa a oferta de ações em saúde, numa lógica humanizadora e com o firme objetivo de atender as pessoas na sua integralidade, de acordo com as necessidades individuais, representando um salto de qualidade na assistência, principalmente de idosos que, mesmo em recuperação, podem desfrutar da companhia dos familiares.

Para ter acesso ao programa, os pacientes deverão estar internados em unidades hospitalares da rede estadual, com diagnóstico confirmado, quadro clínico estável e plano terapêutico definido.

A família, por sua vez, deverá preencher alguns critérios sociais, incluindo condições da habitação e disponibilidade de acompanhantes.

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