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sexta-feira, 1 de março de 2019

Palco das Orquestras“ promove no Rio Vermelho três dias de bailes a céu aberto com cinco orquestras

 “Palco das Orquestras“ promove no Rio Vermelho três dias de bailes a céu aberto com cinco orquestras, que farão nove shows, com consagrados maestros e seus convidados especiais : Gerônimo, Juliana Ribeiro e Márcia Castro.

Das marchinhas ao axé, do reggae à “música pra pular brasileira”, do Lepo Lepo à beleza negra, as orquestras convidam toda a família a brincar e vestir fantasias.

As orquestras dos maestros Zeca Freitas, Fred Dantas, Paulo Primo, Sérgio Benutti e a Afrosinfônica, de Bira Marques, irão agitar o Carnaval no Rio Vermelho. Uma iniciativa da Prefeitura de Salvador, através da Saltur, o “Palco das Orquestras” acontecerá em pleno Largo da Mariquita, nos dias 01, 02 e 03 de março (sexta, sábado e domingo), das 17h às 22h, e realizará nove apresentações. Com todos os integrantes devidamente fantasiados, as orquestras, que reúnem mais de 120 artistas, executarão cerca 15 horas de música, da boa música brasileira composta para fazer qualquer um feliz ! Programa para ir de coração aberto e lev ar toda a família !

As orquestras  contarão com a participação especial de estrelas da nossa música : na sexta-feira Márcia Castro canta com a Orquestra Afrosinfônica; Juliana Ribeiro canta com a Orquestra Fred Dantas no sábado; e no domingo Gerônimo Santana canta com a Orquestra Paulo Primo. E o time de cantores conta ainda com  Juliana Leite e Alexandre Vieira na Orquestra Zeca Freitas, Raquel Almeida, Zeo Antonelli e David Jimmy na Orquestra Sergio Benutti, Irma Ferreira e Mário Bezerra na Orquestra Fred Dantas e Matilde Charles, Cida Martinez, Gilson Nascimento e Júlio Miranda na Orquestra Paulo Primo. Confira a programação :

Sexta-feira (01/03) – 17h - Orquestra Zeca Freitas/ 18h45 - Orquestra Paulo Primo/ 20h15 - Orquestra Afrosinfônica

Sábado (02/03) – 17h - Orquestra Zeca Freitas/ 18h45 -Orquestra Sergio Benutti / 20h15 - Orquestra Fred Dantas

Domingo (03/03) – 17h - Orquestra Paulo Primo /18h45 -Orquestra Fred Dantas/ 20h15 - Orquestra Sergio Benutti



O “Palco das Orquestras” leva para o charmoso e boêmio bairro do Rio Vermelho a opção de um carnaval mais tranquilo, onde se pode passear pelas marchinhas, dobrados, galopes, mas também muito alegre a animado, ao som da axé music, frevos, da música negra e dos hinos do carnaval da Bahia, interpretados de forma dançante e orquestrada.

A ação também chama para junto a família, envolve a comunidade e convida a todos para curtir grandes bailes de carnaval, com direito a máscaras, fantasias, confetes, serpentinas, a fazer uma farra feliz ! No “Palco das Orquestras” as orquestras farão um show diferente por noite, porque montaram um repertório em conjunto para que não haja repetição de músicas.

Links vídeos orquestras

Zeca Freitas

https://youtu.be/Xoq06aXzE8Y https://www.youtube.com/watch?v=RwcVOPnyOOg&feature=youtu.be

https://www.youtube.com/watch?v=m_ck5OPKs_Y&feature=youtu.be

Paulo Primo

https://youtu.be/PPtWKhBYQwY

https://youtu.be/_U05U_031j8

Sobre as orquestras:

Orquestra Popular Zeca Freitas - nos últimos 20 anos realizou memoráveis apresentações no Pelourinho, na Praça Municipal, e para eventos de grandes empresas, como a Petrobras, Odebrecht, apresentações no interior e em outros estados.

Fez parte do musical “República Tabaris” com patrocínio da Petrobras, no Teatro Glauber Rocha, numa temporada de um ano, sendo vista por vinte mil pessoas. Zeca Freitas fundou em 1997 a Orquestra “A Fina Flor”, formada pelos melhores instrumentistas da cidade, acompanhado Hermeto Pascoal e o Maestro Duda do Recife em edições do Festival Instrumental.

Em 2011 Zeca Freitas e sua nova “Orquestra de Todos os Santos”, com composições próprias, se apresentou no 17ª e no 18o Festival Instrumental tendo lançado um DVD deste show. Criou e produziu em 1980 o Festival de Música Instrumental da Bahia, já na sua 20aedição.

Orquestra Popular Fred Dantas - criada em 1986 pelo maestro, trombonista e pesquisador Frederico Meireles Dantas, merecedor das medalhas Thomé de Souza (Câmara Municipal) e 2 de julho (Prefeitura de Salvador), por sua atuação no cenário cultural da cidade.

Com a Orquestra Fred Dantas, foi vencedor de vários concursos carnavalescos de orquestra, ocupando palcos em Ondina, Rio Vermelho e Praça Municipal. Fred Dantas deu início ao Carnaval do Pelourinho, com a retomada das marchinhas carnavalescas em bailes de salão.

No ano de 1999 e no ano seguinte, desfilou conduzindo 500 músicos no que ficou conhecido como o Bandão do Centro Histórico. A orquestra foi a primeira a converter os novos sucessos da axé-music em arranjos com partituras.

A Orquestra Fred Dantas tornou-se referência nacional na recuperação das marchinhas – quando acompanhou cantoras do porte de Marlene e Emilinha Borba. Aqui na Bahia, realizou shows e arranjos exclusivos para Luiz Caldas, Myriam Theresa e mais recentemente acompanhando a diva Claudete Macedo.

Orquestra Popular Paulo Primo - A Orquestra Paulo Primo, fundada no ano 2000, se especializou em interpretar os maiores sucessos da música mundial, dando maior foco a música popular brasileira e em especial a música da Bahia!



Em 2002, a orquestra gravou o primeiro CD intitulado “Bahia de Todos os Ritmos”, fazendo uma declarada homenagem ao sanfoneiro e gênio brasileiro Sivuca. O CD contou com participações de artistas renomados em Salvador como Rowney Scott, André Becker, Nivaldo Cerqueira, Tércio Guimarães, Joatan Nascimento, Sérgio Benutti, Welington Mendes, Welington das Mercês, Bengt Eduardsson, André Luis, Danilo Santana, Giroux Wanziler, Mauro Thain, Fabricio Santos e Juciara Carvalho.



Em 2010, a orquestra comemorou o aniversário de uma década, com a gravação do primeiro DVD, onde foi interpretada uma adaptação exclusiva para o arranjo original da música, Mãe Iracema, do compositor, saxofonista e gênio brasileiro, Moacir Santos. Esta faixa pode ser assistida através do link: “Mãe Iracema” - https://youtu.be/PPtWKhBYQwY.



Em 2018 a orquestra gravou o segundo DVD durante o carnaval de Salvador realizado no Pelourinho, no Terreiro de Jesus, tendo entre os convidados especiais o cantor e compositor Gerônimo Santana. Um dos grandes momentos do show pode ser conferido através do link: “É D'Oxum” - https://youtu.be/_U05U_031j8.



Paulo Primo é natural de Salvador. Iniciou as aulas de piano em 1970 aos 10 anos de idade com a Professora Flor de Liz Moreira. Em 1979 foi aprovado pelo maestro Lindemberg Cardoso para o curso de Composição e Regência da Universidade Federal da Bahia e em 1991 estudou arranjo com o maestro Sergio Souto com técnicas de arranjo da Berklle College of Music.



Como pesquisador, desenvolveu na década de 1990, um curso de harmonia e improvisação que foi lecionado no sindicato dos Músicos Profissionais da Bahia, resultando no ano de 2017, na criação de uma nova metodologia de ensino batizada com o nome, “As Cores dos Sete Intervalos”.



Orquestra Popular Sérgio Benutti - Criada para se apresentar em festas bailes e eventos após vários co nvites para apresentações em Salvador, é regida pelo músico Sergio Benutti que vem de uma larga experiência com orquestras desde quando residia em São Paulo e que tem participando do meio musical brasileiro por mais de 50 anos.

Tocou no Carnaval de 2012 e 2013 na Praça Municipal e ainda em 2013 realizou bailes na Praça Pedro Arcanjo no Pelourinho,  participou das comemorações de aniversário do Yacht Clube da Bahia e do Espicha Verão 2013 na Praça Pedro Arcanjo com o tema Gafieira. Em 2015 participou da abertura do carnaval no Farol da Barra no projeto Axé Orquestrado junto com mais três orquestras e também nos palcos dos bairros da PMS em 2016 em Itapuã,  2017 em Cajazeiras e 2018 em Periperi.

Participou do XX Festival de Música Instrumental da Bahia em 2017. Tocou na abertura do carnaval de Salvador em 2017 na Praça Municipal, junto com a orquestra Quatro Maestrias, Carnaval 2018 no Largo Pedro Arcanjo no Pelourinho e no Circuito Batatinha na abertura do carnaval com a Sexta Orquestrada em 9 de fevereiro de 2018 com mais 4 orquestras no Terreiro de Jesus.

Orquestra Afrosinfônica – Criada em 2009 pelo maestro Ubiratan Marques, após suas viagens à África, a Afrosinfônica navega entre o popular e o erudito e faz um retorno às origens da música ancestral, sem perder o viés clássico. A partir de pesquisas sonoras e de conceitos intimamente ligados à música afro-brasileira, os integrantes da sua formação trocam conhecimentos e aprendizados com o maestro, e apresentam um conjunto onde a diversidade de estilos é a principal virtude.

O projeto “universidade musical” foi estratégico para que as composições se tornassem mais acessíveis ao público e o naipe de vozes deu à Afrosinfônica um singelo diferencial. Ubiratan Marques - Maestro e fundador da Afrosinfônica Natural de Salvador, Bahia, Ubiratan Marques é pianista, compositor, arranjador e maestro de música sinfônica. Tendo iniciado seus estudos como autodidata em 1983, ingressou na Universidade Federal da Bahia em 1986, em Salvador, quando estudou composição com Ernest Widmer, Lindenberg Cardoso e Agnaldo Ribeiro.

Mais tarde, em 1994, já na Universidade Livre de Música Tom Jobim, em São Paulo, estudou com Roberto Faria, Cyro Pereira e Hans-Joachim Koellreutter. Enquanto iniciava sua formação musical acadêmica, integrou a Banda Reflexus, primeiro fenômeno do mercado nacional do que viria a ser conhecido como Axé Music. Emergindo em 1986 de um caldo de cultura ao lado de artistas como Luiz Caldas, Gerônimo, Chiclete com Banana e Olodum, a Reflexus gravou 8 álbuns, vendeu mais de 1 milhão de discos e ganhou 5 discos de ouro e 6 de platina.

Professor, sua vida docente se iniciou em 1998 na Universidade Livre de Música Tom Jobim, experiência que se estenderia por 10 anos, até seu retorno a Salvador, quando fundou o Núcleo Moderno de Música, suporte ao desenvolvimento de aproximadamente 500 profissionais e berço para o surgimento da Orquestra Afrosinfônica.

Ainda em São Paulo, na década de 2000, fundou junto ao Projeto Guri a Orquestra Zumbi dos Palmares, trabalho sinfônico voltado à cultura negra que lhe permitiu atuar como regente dirigindo jovens de 8 a 18 anos. Essa experiência foi retomada em 2011 com a introdução do ensino de instrumentos de orquestra a jovens da rede municipal de ensino de Camaçari, Bahia, formando e dirigindo a Orquestra Sinfônica Popular Brasileira jovem e adulta.

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