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segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Árvore de livros marca chegada da Primavera no CMEI Pernambués

Com a presença de uma árvore em que os frutos são livros, os alunos do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) CSU de Pernambués receberam a Primavera, estação mais florida do ano, na manhã desta segunda-feira (23). Através da "Árvore de Livros”, os estudantes, que na sua maioria possuem de três a seis anos, puderam se alimentar dos frutos literários. Eles tiveram a oportunidade de assistir a contação de uma história, além de poder desenhar, manusear e “colher" uma das obras para ler.

A diretora da instituição, Carla Paiva, explicou que a atividade é um momento simbólico de um trabalho que une a leitura com o cuidado da natureza. “Aproveitamos o Dia da Arvore, celebrado no último sábado, e a chegada da Primavera de uma forma original. Realizamos essa atividade com o intuito de fomentar a leitura para contribuirmos com a formação de leitores", disse. 

Idealizadora do projeto, a agente de educação Janaína Santana disse que a iniciativa é uma oportunidade de mobilizar as crianças de uma forma diferente para despertar o interesse pela leitura. “É essencial trazer essa ludicidade para chamar a atenção desses menores. Estamos trabalhando a leitura de um jeito diferente. Para muitos deles, a escola é o único espaço em que tem acesso a livros. É fundamental ter atividades como essa”, declarou ela, que integra o projeto Agente de Educação, conduzido pela Prefeitura em parceria com o Parque Social e que visa o acompanhamento dos alunos da rede municipal, inclusive junto à comunidade.

Experiências - “Eu nunca vi uma árvore de livros. Que coisa mais linda”. Essa foi a reação de Aiala Vitória, de seis anos, ao se deparar com a árvore. Para a estudante, que está aprendendo a ler, a leitura é importante para se tornar mais inteligente. “As pessoas têm que ler para saber das coisas. Quando a gente ler, ficamos mais inteligentes. Eu vou ler muito”, garantiu.

Enquanto acompanhava a realização da atividade, a dona de casa Elisangela Santos, 24, mãe de Miguel Lucas, de quatro anos, destacou a importância da atividade. “É muito interessante quando a instituição se preocupa e dá uma atenção maior para a leitura. Trabalhar para despertar o interesse e criar o hábito da leitura é importante para que eles possam se tornar seres humanos inteligentes e munidos de conhecimento”, afirmou.

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