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terça-feira, 29 de outubro de 2019

"Familiares fazem parte da rede de apoio de uma pessoa ansiosa", diz psicóloga

Sudorese, frequência cardíaca elevada, sensação de cansaço, respiração rápida e dores intestinais são alguns dos sintomas da ansiedade.

A psicóloga, Anili Mancuzo, explica que a ansiedade é um distúrbio emocional que apresenta medo exacerbado e existe algumas técnicas dentro do consultório para o paciente aprender a amenizar os sintomas. "Ensinamos aos pacientes estratégias para lidar com as crises. A que mais usamos é a respiração a qual torna o paciente capaz de relaxar sozinho. Porém, existem meios de prevenção que podem ser adotados também: yoga, exercício e pilates", afirma.

A estudante de Engenharia de Alimentos, Larissa Gonçalves, relata que desde os seus 10 anos de idade sofre com o transtorno de ansiedade e buscou ajuda psicológica. "O tratamento me ajudou a conhecer quais foram os motivos que originaram meu quadro de ansiedade e tratar desde o início. Hoje consigo dormir melhor, não me preocupar com problemas alheios, não ultrapassar meus limites, melhorar minha saúde mental e física, e o meu rendimento na faculdade", descreve.

Segundo Anili os familiares fazem parte da rede de apoio de uma pessoa ansiosa ou com qualquer transtorno. "Eles devem sempre estar auxiliando e incentivando o paciente a levar em consideração e colocar em movimento todo tipo de estratégia aprendida dentro da terapia, principalmente a respiração relaxante. Inclusive, é muito positivo quando os familiares, junto com o profissional, mostrem o quanto os pensamentos daquela pessoa são irreais e exagerados, sempre mostrando a capacidade daquela pessoa em enfrentar tal situação", ressalta.

A estudante de Pedagogia, Rosiane Santana, que também sofre com o sintoma diz ter descoberto através de uma gastrite. "Fui ao clínico e tomei alguns remédios. Aliviou, mas até hoje sinto uma onda, principalmente quando estou preocupada ou esperando algo. Quando vou apresentar seminário é horrível, pois fico nervosa e trêmula, só acalmo depois que faço minha parte", revela.

Em todos os casos a melhor solução é procurar ajuda com profissionais capacitados.


Texto: Nádia Rocha
Foto: www.expire.com.br

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