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quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

MPF apresentou o relato de uma assessora da desembargadora Lígia Ramos


Desembargadora atuou para obstruir investigações contra seu grupo, diz MPF


Ministro Og Fernandes, do STJ, determinou prisão temporária de Lígia Ramos e Ilona Reis, apontadas como tendo assumido destaque no suposto esquema

Lígia Maria Ramos Cunha Lima, desembargadora presa temporariamente nesta segunda-feira (14), no âmbito da Operação Faroeste, teria atuado para obstruir as investigações contra seu grupo. De acordo com o Ministério Público Federal, a magistrada assumiu posição de destaque no que seria o esquema de venda de sentenças em investigação, mas para tentar destruir provas contra si os advogados apontados como operadores do seu grupo, Rui Barata Lima Filho, Arthur Gabriel Ramos Barata Lima e Diego Ribeiro.


Também foi presa nesta operação a desembargadora Ilona Márcia Reis. Esta última, por sua vez, optou por atuação mais discreta, quase “fora do radar”, para usar os termos do MPF reproduzidos na decisão do ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), responsável pela autorização dos mandados.

Foto tjba

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