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quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Restaurantes reabrem suas portas com a volta da economia


 Os restaurantes Tokai e Sussa, localizados no Shopping Flamboyant (em Goiânia, mas que também está em diversos estados do Brasil), não reabriram suas portas assim que foi liberado o decreto, há três meses. De acordo com o CEO do grupo, a época ainda era um momento de baixo fluxo


À medida que o país começa a retomar sua economia, o comércio e serviços retomam gradativamente suas atividades. Os restaurantes Tokai e Sussa, localizados no Shopping Flamboyant (em Goiânia), que tiveram que fechar suas portas por conta da pandemia, agora as reabre – com todas as medidas de segurança, por se tratar de restaurantes self-service.


Os restaurantes fazem parte do Grupo D&M, que tem como CEO o empresário Múrcio Dias. O grupo possui mais de 20 anos de atuação na área e conta com mais de 23 unidades espalhadas nacionalmente. Presente em oito estados, eles atestam a mais alta qualidade, melhores experiências e chefs renomados.


O Tokai representa os melhores sabores do oriente, com uma mistura harmoniosa entre a culinária tailandesa, japonesa e chinesa. Já o restaurante Sussa, traz em seu DNA a super tendência de comida saudável e criativa, além de um ambiente leve e acolhedor. A responsável pela assinatura do cardápio de ambos é a chef Ana Guedes.





Novo começo


Por se tratar de um dos setores mais afetados da pandemia, o recomeço ainda é tudo muito novo tanto para os estabelecimentos quanto para os clientes. São alguns dos cuidados que estão sendo tomados no local como: distância entre as mesas, uso de máscara e luvas por toda equipe, uso constante do álcool em gel, estratégias de sanitização de louças e talheres.


Para Múrcio, a pandemia veio para trazer muitos aprendizados e com isso, se adaptar a um mundo novo daqui para frente. “Essa pandemia veio para trazer aprendizados a nós empresários, independente da área, temos que aprender sobre esse mundo novo que veio para ficar. Acredito que nada voltará a ser como era antes”, acredita o CEO.


Ele cita dois segmentos que se fortaleceram e que vieram para ficar. “O digital (recursos e aplicativos) e o delivery, por exemplo, só tende a se fortalecer. Acredito também que a questão de cuidados com a higienização também permanecerá por um bom tempo. Mas claro que as pessoas são sociáveis e isso faz parte do contexto humano, pois as pessoas não saem de suas casas somente para consumir o alimento, por exemplo, mas para também socializar e encontrar amigos. Comida é algo importante, mas estar junto, é algo que sentimos muita falta durante essa pandemia. Isso ficará marcado na memória de cada um”, afirma.


Fechar as portas de 23 restaurantes em diversas regiões do Brasil não foi fácil para o empresário, mas ele descreve de forma sensata que o ser humano é adaptável e que temos sempre que seguir em frente. Em primeiro momento foi assustador, algo novo, ninguém de nossa geração havia passado por isso. Fechar 23 restaurantes sem nenhuma perspectiva de volta e sem entender como ficaria o impacto nos estabelecimentos não foi fácil. Mas como empresário ou mesmo ser humano, temos a capacidade de entender e readaptar aos momentos. Foi quando procurei primeiramente tudo sobre digitalização para poder fortalecer o delivery, a segunda etapa foi entender como seria essa volta (os protocolos da saúde e tudo que podíamos fazer diante disso). Mas, depois que passou o susto e aquela sensação de desespero, acabamos entendendo que a gente poderia sair de alguma forma, melhores e mais fortes”, admite.


Com todos os restaurantes fechados, Múrcio aproveitou para reformar os estabelecimentos e mudar u

m pouco a identidade de cada um. “Fechamos todas nossas lojas, reformamos, também não abrimos nossos restaurantes quando os shoppings voltaram por entender que ainda era um momento de baixo fluxo, então, fizemos reposicionamento das marcas e paramos para replanejar tudo e o que viria junto com esse novo momento”.


Mudanças essas em termos de conceitos, posicionamento, algo crucial para a volta, de acordo com o CEO. “Queríamos lojas mais modernas, com produtos diferenciados para que seja uma experiência para o consumidor e não somente mais do mesmo. Fizemos o dever de casa, aproveitamos o momento e voltamos relativamente bem, pois o grupo hoje está faturando de 70% a 75% do que faturava antes da pandemia, o que são números bons diante desse momento tão difícil. Além tudo, estamos esperançosos com a chegada de vacinas e quando tudo passar, sairemos de alguma forma, pessoas melhores”. 

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