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segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Resumo da semana


 Até o momento, a pandemia do novo coronavírus já deixou 74.325.035 contaminados e 1.651.150 mortos no mundo. No Brasil são 7.040.608 contaminados e 183.735 mortos. Os números são da Universidade Johns Hopkins.

O PLANO DO GOVERNO


O governo federal apresentou o plano nacional de vacinação contra Covid-19 . O documento de pouco mais de 100 páginas determina aspectos fundamentais para a imunização a ser iniciada em 2021. Houve mudanças em relação ao texto enviado ao STF no fim de semana. Entre elas, está a inclusão de novos grupos prioritários ao recebimento do fármaco, como a população em situação de rua, trabalhadores do transporte coletivo e população privada de liberdade. O documento afirma ainda que o Brasil tem em torno de 350 milhões de doses de vacinas em negociações. O governo, contudo, não estimou as datas possíveis para o início da aplicação.

A NEGOCIAÇÃO JÁ COMEÇOU


Entre as potenciais vacinas a serem usadas, de acordo com o plano nacional de imunização, está a CoronaVac, desenvolvida pela chinesa Sinovac e pelo Instituto Butantan. O fármaco tem sido motivo de desentendimento entre Jair Bolsonaro e o governador João Doria. Como mostra o Radar Econômico, a negociação já começou entre o Ministério da Saúde e a autarquia paulista. Além disso, o Butantan afirmou que o plano estadual de vacinação poderá ser deixado de lado caso o governo federal defina a compra das doses da CoronaVac, entregando, assim, toda a produção para o Planalto. Apesar disso, o governo paulista ainda prevê o início da campanha estadual de vacinação para 25 de janeiro.

DISCUSSÃO NO STF


Primeiro a votar na sessão do STF que analisa se a vacinação contra a Covid-19 é obrigatória, o ministro Ricardo Lewandowski defendeu que a aplicação sempre deve ter o consentimento das pessoas, mas que os governos podem aplicar restrições a quem não for imunizado. O magistrado é o relator da ação apresentada pelo PDT sobre o tema. Ainda de acordo com Lewandowski, a vacinação compulsória pode ocorrer desde que acompanhada "de ampla informação sobre a eficácia, segurança e contraindicações dos imunizantes" e respeito "a dignidade humana e os direitos fundamentais das pessoas". O julgamento será retomado nesta quinta-feira.

PFIZER NA ANVISA


A Pfizer enviou à Anvisa a documentação com os resultados do estudo de fase 3 da vacina contra a Covid-19 desenvolvida em parceria com a empresa alemã BioNTech. Entretanto, isso não significa que a farmacêutica deu entrada no pedido de uso emergencial ou de registro do imunizante, o que deve ser feito em breve, segundo comunicado da empresa. O "Pacote 2", como é chamada pelo órgão essa leva de evidências, faz parte do processo de submissão contínua, instituído pela agência para acelerar a revisão dos dados necessários para aprovação. Nessa modalidade, as empresas podem enviar os resultados referentes a cada fase de estudo conforme forem gerados.

Resumo Veja

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