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domingo, 31 de janeiro de 2021

Veja o que rolou na semana, segundo a Veja



Até o momento, a pandemia do novo coronavírus já deixou 100.331.251 contaminados e 2.159.523 mortos no mundo. No Brasil são 8.933.356 contaminados e 218.878 mortos. Os dados são da Universidade Johns Hopkins.


O número de doses de vacina aplicadas no planeta chegou a 71,36 milhões. No Brasil são 870.260 vacinados. Os dados são da Bloomberg (mundial) e de VEJA (nacional).


REGISTRO DEFINITIVO

A Fiocruz prepara-se para pedir à Anvisa até a próxima sexta-feira o registro definitivo da vacina de Oxford. A aprovação permitiria a imunização em massa das parcelas da população que participaram dos testes clínicos. No uso emergencial, o único aprovado até agora no Brasil, só é possível utilizá-los em um público alvo pré-definido e durante um prazo pré-determinado. Se o pedido for concretizado, será o primeiro do tipo feito em território nacional. Segundo o regimento interno da Anvisa, o aval para esse registro pode ocorrer em até sessenta dias depois da solicitação.

 

INSUMOS DA CORONAVAC

A matéria-prima para produzir novas doses da CoronaVac deve chegar ao Brasil no dia 3 de fevereiro , revelou Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, responsável pela fabricação e distribuição da vacina. São esperados 5.400 litros de insumo, o que permitirá a produção de 8,6 milhões de unidades a serem liberadas vinte dias depois. Há ainda a expectativa para a chegada de mais 5.600 litros do produto que estão em processo de liberação. O atraso da matéria-prima tem sido um ponto de preocupação no recente programa de imunização brasileiro contra o coronavírus.


VACINAS PRIVADAS

Mesmo com um imbróglio jurídico em torno do tema, o presidente Jair Bolsonaro se disse favorável à compra de imunizantes pela iniciativa privada . Durante uma live, ele se referiu à negociação de 33 milhões de doses da vacina de Oxford pelo setor privado, sendo que 16,5 milhões seriam repassados ao SUS gratuitamente. As empresas que estariam em negociação, contudo, negam participação no processo. Além disso, a AstraZeneca, que produz o fármaco, descartou a possibilidade por meio de uma nota. Segundo a farmacêutica, "no momento, todas as doses estão disponíveis por meio de acordos firmados com governos e organizações multilaterais".


POSSÍVEL ALTERAÇÃO

O CEO da Pfizer, Albert Bourla, afirmou à Bloomberg que a farmacêutica pode modificar a composição atual da vacina contra a Covid-19 para que ela seja eficaz contra as novas cepas do coronavírus. "Cada vez que surge uma nova variante, devemos ser capazes de testar se [nossa vacina] é eficaz ou não. Assim que descobrirmos que não é tão eficaz, seremos muito rapidamente capazes de produzir uma dose de reforço", disse. A declaração ocorreu um dia após a Moderna informar que já desenvolve uma nova versão de seu imunizante para atuar com maior eficácia contra a variante sul-africana. Três novas cepas mais contagiosas surgiram: na Inglaterra, África do Sul e Brasil.


MUTAÇÃO EM SÃO PAULO

A Secretaria de Saúde de São Paulo confirmou que a nova variante do coronavírus encontrada no Amazonas foi identificada em três pacientes atendidos no estado. Segundo a pasta, eles têm histórico de viagem ou residência em Manaus. A confirmação dos primeiros casos da cepa em SP foi feita por meio de sequenciamento genético realizado no Instituto Adolfo Lutz. No último dia 15, o Ministério da Saúde confirmou que a variante amazônica causou a reinfecção de uma pessoa, que havia sido contaminada no início da pandemia de Covid-19, em março do ano passado.

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