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terça-feira, 4 de maio de 2021

Horta comunitária: edifício investe em espaço que permite além do lazer, colher o próprio alimento


Lançado em 2020, o condomínio residencial Vivver Ulysses, no bairro de Sussuarana, traz uma novidade em seus atrativos: uma horta comunitária. O espaço, de uso e cuidado comunitário, é uma aposta da construtora Pejota, que quer incluir práticas mais sustentáveis em seus projetos de forma que também beneficiem aos moradores.   


“Os benefícios de uma horta comunitária vão além da possibilidade de uma alimentação mais saudável e livre de agrotóxicos”, afirma Mirela Carvalho, professora do curso de nutrição da UNIFACS. ‘O cultivo caseiro pode gerar economia e ser uma excelente opção de lazer, pois é um contato direto com a natureza”.   


De grande contribuição para saúde mental, a professora ainda explica que esse contato com a natureza e com a própria alimentação, pode aliviar angústias do dia a dia, sendo uma forma de suavizar os pensamentos, relaxando mentes cansadas e estressadas, especialmente importante nesse contexto de pandemia.  


 


Plantar e colher 


No projeto Vivver Ulysses, a horta possui cerca de 100 m2. E, segundo Mirela, as opções para esse tipo de cultivo são diversas, desde frutas, leguminosas, temperos, até outras possibilidades, como a erva doce, hortelã, cidreira, boldo, normalmente utilizadas para chás.   


Já depois de plantada, antes de consumir os alimentos, a professora destaca a importância da higienização e recomenda: “antes de usufruir da sua colheita, deixe em molho com hipoclorito e água (1 colher de sopa de hipoclorito para 1 litro de água), por 15 minutos”.  


 


Muito além do alimento  


Além dos alimentos frescos e o contato com a natureza, a horta também pode ser um fator de embelezamento e aprendizado, dando espaço para criação de novas habilidades e para educação ambiental. A prática ainda contribui com a sustentabilidade, pois ajuda na absorção do CO², atrai pássaros e refresca ambientes.   


Fora do quesito ambiental, o espaço também pode abrir as portas para socialização entre os vizinhos que escolhem como cuidarão do espaço: por meio de grupos, dividindo atividades e tarefas, escolhendo o que e quem irá plantar.  


"Com esse projeto, nossa intenção é criar um espaço que possa ser usado tanto pelas crianças, como os adultos", explica o arquiteto da Pejota, André Matos. “Pensamos em um local de lazer saudável e, no futuro, quando esse momento difícil que estamos vivendo passar, um local de brincadeiras e socialização”, conta.  


  

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