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segunda-feira, 26 de julho de 2021

Inscrições para curso de ourivesaria terminam no próximo dia 31


Com o intuito de fortalecer e revitalizar a prática da ourivesaria na capital baiana, a Fundação Gregório de Mattos (FGM), por meio do Mapa Cultural, oferecerá, no mês de setembro, o Curso Rápido em Ourivesaria. As inscrições para a atividade, que é gratuita, estão abertas até o próximo dia 31 e podem ser feitas através do link https:// docs. google. com/ forms/d/e/ 1FAIpQLSdvUG1uEg32NoZ-1PhuYPWyhUi-j_U_TO8mAksqLmMg0Dnt_g/viewform. 


As aulas ocorrem em parceria com o Atelier Andréa Barbosa Joias, dos descendentes do Mestre Barbosa, ourives e professor responsável pela formação de diversos profissionais da área nas últimas oito décadas. A capacitação será ministrada pelos mestres Andréa Barbosa, Carlos José e Raimundo Nonato, entre os dias 21 e 22 de setembro de 2021, sempre às 16h, pelo Google Meet. 


“Nossa proposta é apresentar a profissão de ourives, que infelizmente está se extinguindo, principalmente por ser um ofício que passa de pai para filho – hoje, no mundo virtual, as pessoas buscam outros caminhos que passam longe de um curso profissionalizante. O que buscamos é mostrar que essa é uma profissão que precisa continuar existindo, pois não há sequer jóia feita em série que não possua o trabalho de um artesão da ourivesaria por trás do projeto”, explica Andréa. 


Fonte de renda — O projeto é contemplado pelo Mapa Cultural de Salvador, da FGM, por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, com recursos oriundos da Secretaria Especial da Cultura, do Ministério do Turismo. Nas aulas, os participantes vão conhecer as técnicas tradicionais de confecção artesanal das ferramentas e joias de orixás, que possui importância histórica para o candomblé e demais religiões afrobrasileiras. 


A capacitação é dividida em três horas/aula e pretende oferecer um aprendizado inicial sobre ourivesaria e forja de metais, além de conhecimento desses materiais, criação e produção de jóias de orixá. “O curso é uma porta de entrada, que pode resultar, futuramente, em um curso presencial, quando for possível ao fim da pandemia. Então este primeiro passo é para apresentar o trabalho de artesão em ourivesaria. É um mercado ainda carente de mais profissionais, além de ser uma fonte de renda e pode ser a profissão para tirar jovens de situações de risco na sociedade”, finaliza a artesã.


 Foto: Jefferson Peixoto/Secom


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